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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore



Obrigada, Ana C.

sábado, 3 de dezembro de 2011

PARA ONDE VAMOS QUANDO DESAPARECEMOS?

Se desaparecemos sem ninguém dar conta, 
não chegamos a desaparecer.
Porque, para alguma coisa desaparecer,
 é preciso que alguém a tenha visto primeiro
e dado pela sua falta depois.
Para que alguma coisa desapareça
são precisos sempre dois. 
(Um que fica e um que desaparece.)

 Mais um texto brilhante de Isabel Minhós Martins, sempre muito bem ilustrado pela Madalena Matoso e que nos ajuda a refletir, desdramatizando, sobre este tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve.

À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.

Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,
A aparecer e a desaparecer.

O que propõe este livro?
Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).
Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

BIRGIT, HISTORIA DE UMA MUERTE

Estamos perante um livro invulgar pela sua coragem radicalmente contra corrente. Invulgar e emocionante.
Tem como subtítulo "Historia de una muerte», a de Birgit, uma menina, narrada pela sua irmã mais nova. No entanto, o tema não se aborda na modalidade de ficção de auto ajuda nem para proporcionar respostas que não existem, mas precisamente para colocar algumas  perguntas (que em si mesmas podem levar cada leitor a encontrar as suas próprias respostas...

As poéticas ilustrações de Beatriz Martín Vidal fazem o resto!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

CATA LIVROS

O Cata Livros, projecto da Gulbenkian / Casa da leitura, "utiliza a internet para aproximar os jovens leitores de um conjunto de títulos essenciais da literatura para infância e juventude, com destaque para a produção nacional, assentando no carácter lúdico e interactivo das narrativas e desafios propostos."
 
(...) O CATA LIVROS permite também aos mediadores (bibliotecários, professores, educadores, etc.), bem como ao mais generalista dos públicos (pais e jornalistas), por um lado, aceder, através de um conjunto diversificado de recursos, aos livros que alimentam a curiosidade de leitores da mais tenra idade até à adolescência, e, por outro lado, a um conjunto de reflexões, projectos e práticas na área da promoção da leitura. (...)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O ARCO-ÍRIS NA NOSSA MÃO






This book started as a personal project in summer 2007, and was soon published from a Japanese bookstore "Utrecht". It's a flipbook, but rather than seeing animation, it creates a 3D rainbow in your hand. Since being published it has been featured on Japanese TV, Newspapers, major news & blogsites like yahoo news, coolhunting and fffffound. This book won this years NY ADC silver cube.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O ELEMENTO DE KEN ROBINSON



ENTREVISTA


Ken Robinson ficou espantado com a existência de papel higiénico de cor negra. Descobriu esta ideia portuguesa no hotel onde ficou hospedado, em Lisboa. Diz que é um exemplo de criatividade e que é esta que vai fazer os países superarem a crise económica. Para isso, cada um deve
encontrar o seu "elemento". Por Bárbara Wong (texto) e Pedro Cunha (fotografia)


Há 11 anos, Ken Robinson reuniu um grupo de especialistas britânicos, envolveu escolas, professores e associações para discutir a importância da criatividade nas salas de aula. O relatório All Our Futures ficou conhecido por Robinson Report e apresentava propostas concretas. Só as medidas mais simples foram
aplicadas, porque os governos arriscam pouco, diz. Mas, mesmo assim, nas escolas onde houve mudanças registou-se "um impacto nas notas dos alunos e no moral dos professores".


Desde então, o especialista em educação, armado cavaleiro por Isabel II, tem sido convidado como orador ou como especialista por países e empresas que querem inovar. A criatividade é um dos ingredientes para que cada indivíduo descubra o seu "elemento", propõe. O "elemento" é "o lugar onde as coisas que
adoramos fazer e as coisas em que somos bons se reúnem", define. O Elemento, publicado pela Porto Editora, é um livro que reflecte não apenas sobre o sistema educativo, "que mata a criatividade das crianças", mas sobretudo sobre as pessoas, sobre como é que podem encontrar o segredo
para serem felizes.


A criatividade deve ser ensinada nas escolas. O que aconteceu no Reino Unido depois da publicação do relatório All Our Futures?


As artes têm muito pouco peso nos currículos e eu fiz campanha, em toda a Europa, a favor da criatividade. Quando Tony Blair foi eleito, a tónica era "Mais educação, mais educação". Mas quando chegou ao Governo, as políticas que levou a cabo foi: mais exames, mais inspecção, mais avaliação, pagar aos professores conforme os seus resultados... Nas escolas, cresceu um clima de medo entre os professores. Não defendo que não deve haver metas, mas sempre defendi que deveria haver uma estratégia para desenvolver a criatividade. Foi criada uma comissão para estabelecer uma política nacional sobre criatividade.


... À qual presidiu. O que é que aconteceu?


No relatório definimos o que era criatividade e como pô-la no terreno. Era preciso mexer nos currículos, estabelecer parcerias. O Governo não ficou muito entusiasmado, mas nós já esperávamos aquela reacção porque o relatório foi além do que foi pedido. O Governo não queria que mexêssemos muito, esperava que recomendássemos um tempo no horário para a criatividade, de preferência à sexta-feira, depois do almoço. O que aconteceu é que trabalhámos com associações de professores, directores, e quando o relatório saiu havia uma grande expectativa. As escolas não eram contra, porque os professores acreditam que não podemos preparar os alunos para o futuro sem que eles desenvolvam a sua imaginação.


Foram feitos estudos que comprovam que os alunos ingleses que trabalharam a criatividade na escola conseguiram obter melhores resultados académicos?


Sim, há imensos estudos que mostram que o que os alunos fazem e o modo como pensam depende da criatividade. Mas os governos tendem a ser cautelosos e a aplicar políticas onde nada possa correr mal.


Mas essa foi uma medida aplicada e avaliada?


O Governo pôs em prática as recomendações mais simples. Por exemplo, recomendámos que fossem feitas parcerias e foi criada uma grande organização que se tornou independente, a Creative Partnerships, que
continua a desenvolver actividades. A medida foi avaliada pela Inspecção-Geral da Educação, várias vezes. No ano passado, a inspecção concluiu que o programa tinha tido impacto nas notas dos alunos e no
moral dos professores. Mas não há garantias de que, por exemplo, se tivermos um programa de música na escola, os alunos vão obter melhores resultados. Não há garantia de que, se a escola fizer tudo o que vem no relatório, tenha resultados.


Então, porque é que a criatividade é tão importante?


O modelo educativo continua a assentar no industrial.


Como se a escola fosse uma fábrica?


Sim, e já não é assim. O futuro depende da capacidade de inovar, criar novos tipos de emprego, novas oportunidades. É o que a China, Singapura, Hong Kong estão a fazer: investir na criatividade, na inovação, nas novas ideias. A criatividade permite desenvolver a imaginação, dá poder para pensar de maneira diferente.


A criatividade pode ajudar a sair da crise económica?


Nada mais o fará!


Como?


Eu não sei como, mas sei que, por exemplo, para um país como Portugal, o futuro da economia será construído a partir do génio do povo, da sua criatividade em criar novas empresas, novos trabalhos, novas
infra-estruturas. A criatividade é o coração de tudo isso, do descobrir novas oportunidades. Há ideias muito simples como o papel higiénico de cor preta [uma ideia portuguesa]. É assim que surgem novos negócios. Foi o que aconteceu com a Internet, as redes sociais. É preciso que sejam negócios sustentáveis. Todo o crescimento económico tem por base o engenho humano. Quanto mais pudermos inovar, melhor!


Não vivemos em conflito permanente? Já não podemos dizer aos nossos filhos "Estuda para teres um bom futuro", mas queremos que permaneçam na escola.


Sim. Há gente que sai da universidade para o desemprego, e quando tem trabalho, os empregadores descobrem que não tem aptidões. Mas não devemos desencorajar ou dizer que é uma perda de tempo estudar. A verdade é que já não há garantias e, por isso, nem todos precisam de ir para a universidade. Há miúdos que foram obrigados pelos pais a ir e agora não sabem o que fazer, mas há outros para quem o sistema educativo funciona na perfeição.


O Elemento fala de várias personalidades que não fizeram o caminho educativo esperado e que tiveram sucesso. Mas isso não acontece com todos, pois não?


O livro fala de como os talentos humanos são muitos e diversos e de como podemos criar as nossas próprias oportunidades. Frequentemente, os pais empurram os filhos numa direcção, com a melhor das intenções, e eles nem sempre beneficiam com isso.


O sistema educativo precisa de mudar?


Estará a mudar?Nos EUA há mais testes, mais avaliação dos professores, as escolas são penalizadas se não conseguirem os resultados esperados, há rankings que desmoralizam os professores e os directores. O que é que se ganha com isso? Fala-se de eficiência para a educação como para a indústria automóvel e não se pode aplicar esse conceito nas escolas. Tem sido um desastre e em Portugal provavelmente também.


Qual é o segredo das boas escolas?


Ter bons directores, bons professores, uma boa relação com a comunidade. Os professores é que são o sistema educativo e não o Ministério da Educação. É senso comum. Aceitamos a diversidade nos restaurantes, na arquitectura, na música. Em todo o lado procuramos a diversidade, por que não na escola? Queremos que estas sejam todas iguais, mas não são máquinas, são organismos vivos.
Se tratamos os alunos como se não fossem indivíduos, com talentos reconhecidos, eles não podem interessar-se pela escola. O sistema educativo mata a criatividade das crianças. Os políticos não compreendem e acham que a solução está em normalizar tudo.


Não sabem que não resulta?


Não está a resultar, os alunos continuam a abandonar a escola. É preciso regressar às origens, a uma educação mais pessoal, mais comprometida, onde se criam oportunidades para as pessoas desenvolverem os seus talentos, seja na matemática ou a tocar violoncelo. A experiência diz-me que se descobrirmos uma coisa em que somos bons, conseguimos ser melhor em todas as outras em que somos menos bons.


Pode descobrir-se "o elemento" em qualquer idade?


Muitos não encontraram os seus talentos, muitos nem sabem que os têm e passam pela vida sem grande prazer naquilo que fazem. Mas há outros que acordam de manhã e adoram o que fazem. Que estão no seu elemento. É preciso amar o que se faz para se estar no seu elemento. Parte da razão por que as pessoas não descobriram os seus talentos é porque não tiveram essa oportunidade. É preciso procurar. As escolas não ajudam, mas também pode haver dificuldade da nossa parte.


É possível descobrir o elemento e querer abandonar tudo para o concretizar? E como lidar com a frustração quando as coisas não correm tão bem como aos famosos?


Eu vejo a frustração daqueles que não gostam do que fazem e pergunto-lhes: "Qual é o preço que está disposto a pagar?" Mas uma pessoa só deve arriscar se não se sentir feliz com a vida que tem. Há muitas pessoas que, além daquilo que fazem no dia-a-dia [em termos profissionais], concretizam os seus sonhos de outra forma, são os "amadores". Não é preciso viver daquilo que se gosta de fazer. Não digo que todos devam sustentar-se do seu sonho. Mas as pessoas têm que ter a certeza de que têm direito a concretizar os seus sonhos. A atitude é muito importante, bem como a oportunidade. (Fonte: Público)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

IL ÉTAIT UNE FOIS...



Mais um livro pop-up na minha colecção (por enquanto, ainda virtual...) de Benjamin Lacombe.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

EVA

Em Brighton, EVA estará em forma de livro e filme de animação na galeria da Universidade de Brighton, o projecto final de mestrado da Margarida Botelho. Quentinho e lindo, como sempre!

domingo, 5 de setembro de 2010

IT'S A BOOK!



Um miminho delicioso da Ana C.
Muito obrigada, amiga!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

PROPOSTAS DE EXPLORAÇÃO PARA PAIS E EDUCADORES

Na "rentré" do ano escolar, não posso deixar de salientar a iniciativa de uma das nossas editoras de excelência: Propostas para exploração dos livros editados.

As pistas e propostas de trabalho que são apresentadas são apenas isso mesmo: propostas e pistas, pontos de partida, sugestões, pontapés de saída...
Não são “lições”, nem “fichas de trabalho”, não procuram respostas “certas” ou “erradas”, não são “obrigatórias”, nem se deseja que sejam levadas “à letra”.
Os autores/editores gostavam apenas que ajudassem pais, educadores, bibliotecários, professores... grandes e pequenos leitores, a melhor descobrirem os livros editados pela Planeta Tangerina.

Bom trabalho para todos!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

OBESIDADE MENTAL

A Obesidade Mental - Andrew Oitke

Por João César das Neves - 26 de Fev 2010

O prof.  Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.
Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.
Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono.
As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema.
Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»
O problema central está na família e na escola.
«Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.
Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas.
Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. 
A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»
O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante.
«Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.
Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.
Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam.
É só uma questão de obesidade.
O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.»

Obrigada, Fátima. 

domingo, 16 de maio de 2010

A CASA


A casa ergue-se numa colina, nas proximidades de uma
aldeia. Sobreviveu a pragas, foi habitada por várias
gerações de uma família e, pedra sobre pedra, assistiu ao
passar dos anos, das décadas e dos séculos. Tornou-se
numa lenda, mas foi votada ao abandono, até que, no
século XX, voltou a renascer. A casa das vinte mil histórias
foi testemunha de mil e uma vicissitudes: felicidade e
desgraça, celebrações e colheitas, guerra e paz... Esta é a
sua história, de 1900 em diante, narrada por Patrick Lewis
em pinceladas poéticas de grande valor literário. As
ilustrações hiper-realistas do premiado artista Roberto
Innocenti fazem-nos viajar pelo tempo: desde as
mudanças sazonais até à transformação da paisagem,
passando pelos velhos costumes que vão mudando com o
avanço da tecnologia.

Este livro não seria o mesmo se não fossem a maravilhosa ilustrações (como sempre, aliás) de Roberto Innocenti, o vencedor do prémio Hans Christian Andersen para Ilustração de 2008. E que momento para este livro aparecer na minha vida!... Coincidência?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O ESTRANHO MUNDO DE JACK

A história que inspirou o filme com o mesmo título, é já um clássico infantil e conta-nos a história de Jack Esquelético numa assustadora véspera de Natal.

Uma noite, enquanto passeia entediado na floresta de Halloween, Jack encontra algo que nunca vira antes: uma porta esculpida numa árvore. Ao abri-la, Jack entra no mundo alegre e cintilante da Cidade do Natal!
Maravilhado com tanta luz e animação, Jack decide raptar o Pai Natal e levá-lo para Halloween, planeando as mais medonhas traquinices para a véspera de Natal.
Um mundo fantástico e irreverente que promete tantas gargalhadas como sustos!

Tim Burton , um dos cineastas mais aclamados e controversos de Hollywood, divide a sua carreira entre grandes êxitos de bilheteira, como Eduardo Mãos de Tesoura (1990) ou O Estranho Mundo de Jack (1992) – a sua primeira longa-metragem de animação –, e projectos marginais mais arriscados, tendo criado algumas das obras cinematográficas de referência das últimas décadas.


Escritor, produtor e realizador, Tim Burton continua a deliciar leitores e espectadores de todas as idades pelo mundo inteiro com o seu universo fantástico e sombrio, inspirado nos ambientes góticos de Edgar Allan Poe e habitado por estranhas criaturas.


Burton é também autor de A Morte Melancólica do Rapaz Ostra & Outras Estórias, publicado pela Antígona.
À venda nas livrarias a partir de 29 de Abril (Fonte: Editora Orfeu Negro)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Lágrimas de crocodilo

de André François.

 A Bruaá apresenta um dos livros mais icónicos e revolucionários do século XX. Cinquenta e quatro anos depois da sua primeira edição, podemos finalmente apreciar e embarcar nesta insólita viagem-explicação ou explicação-viagem que ninguém se vai importar de repetir... até às lágrimas.
 
Um livro com um design ainda inovador para os nossos dias e com um texto sempre actualíssimo. Que bom! (E como, mais uma vez, me deitei a adivinhar com as pistas que o Miguel vai pondo no blogue, parece que vou receber um exemplar ainda quentinho. Que sorte!)

quinta-feira, 25 de março de 2010

SEGREDO DE FAMÍLIA





Tengo un secreto: mi madre es un puercoespín, en realidad.
Fue así, un día me desperté más temprano que de costumbre... y ahí estaba.



por Isol, ilustradora argentina, de que só conhecia d' A história de Natal de Auggie Wren de Paul Auster.








Este segredo podia ser o nosso...


Mais uma descoberta maravilhosa apresentada pela Dora.

sexta-feira, 12 de março de 2010

O TUBARÃO NA BANHEIRA




Hoje tive a sorte de voltar a passar um dia dedicado ao voluntariado de leitura, com actividades em escolas que me são tão queridas...


Para os meninos e meninas do Bairro da Conceição, escolhi "O tubarão na banheira" e ainda bem, pois consegui, por momentos, afastar a nuvem escura que por lá pairava, motivada pela perda da mãe de uma aluna. A história é muito divertida e ambas as turmas entraram com facilidade no jogo das "palavras difíceis" associadas à leitura.


Em Santa Maria, lemos o adorado "Herbário" , leitura animada pelo tapete e doces joaninhas e escaravelhos (ver aqui!)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Abecedários Ilustrados na Revista Pública

Os  abecedários ilustrados estão entre os primeiros livros que surgiram dirigidos especificamente ao público infantil.Não funcionavam como manuais escolares pois eram destinados a ser vistos em casa, normalmente em famílias pertencentes a classes mais elevadas. Permitiam desta forma a inserção da criança no universo precoce da leitura e da escrita.
 

Estes livros suscitavam a curiosidade e estimulavam uma certa precocidade na aprendizagem da leitura. Tinham também um papel muito importante no reforço afectivo na relação adulto- criança, já que na maioria das vezes eram explorados em conjunto por  pais e filhos. 
 
 
A Cartilha de João de Deus, que aí encontrou grande fonte de inspiração, tem associado o nome “Maternal” precisamente para dar ênfase a essa relação plena de afectividade, necessária à sua exploração e análise.
 
No dia 7 de Março de 2010, a Revista Pública publicou um artigo sobre Abecedários Ilustrados.A Pública ouviu Rosário Araújo, André Letria e Paula Ramos sobre este tema.




Lembrei-me imediatamente do site da autora/ilustradora brasileira, a genial Ângela Lago que também tem uma série de jogos em flash para brincar com os alfabetos. Vale a pena conhecer!

domingo, 7 de março de 2010

O CORAÇÃO E A GARRAFA



O Coração e a Garrafa fala-nos de uma menina fascinada com o mundo à sua volta. 



Até que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu coração e guardá-lo num sítio seguro. Pelo menos durante algum tempo… 







Só que, a partir daí, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu coração?
Com esta história comovente, Oliver Jeffers explora os temas difíceis do amor e da perda (um dos que mais me seduz em LIJ), devolvendo-nos, de maneira notável, um sopro de alento e de vida.

Do autor de O Incrível Rapaz Que Comia Livros, já publicado na colecção Orfeu Mini.


Como sempre que estou com a Dora, ontem vim para casa de coração quentinho e com mais uns desejos na minha lista:








Obrigada, Dora!


sábado, 27 de fevereiro de 2010

PREMIADOS DA FEIRA DE BOLONHA


Quando for grande, hei-de lá ir...

Fiction

Section dedicated to works of fantasy, books of tales/short stories or illustrated fairy tales




Non Fiction


Section dedicated to informational publications regarding every area of knowledge useful to learning such as science, history, art, music, biography, and recent events/subjects





New Horizons


A special recognition reserved to the publishing industry in the Arab countries, Latin America, Asia and Africa - all offering ideas and food for thought of great innovation




Opera Prima


A new permanent section dedicated to artists' first works


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ALICE

Enquanto aguardo a estreia Tim Burton, perdi-me com esta genial Alice, aos olhos da extraordinária Suzy Lee.

Logo a seguir, como acontece tantas vezes, ofereci-o como agradecimento de um momento precioso de apoio e carinho.

Espero que a destinatária o tenha apreciado tanto como eu...