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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ERA, NÃO ERA?

 Estreei-me nos audiolivros e adorei... Que melhor companhia para as minhas viagens que ouvir contos contados nas vozes de alguns dos nossos melhores contadores!...




Construído com esmero para crianças de todas as idades, este audiolivro lança-lhes um desafio: que continuem o jogo de contar que atravessa séculos, línguas, vales e montanhas, rios e até mares.Só têm de fixar as personagens e acções principais e acrescentar o vosso ponto. Ou inventar uma história, uma quadra, uma lengalenga, um trava-línguas, uma adivinha novinha em folha, para passar de boca em boca.
Algumas imagens do novo audiolivro da Boca e da sua feitura, correndo sobre a canção de Carlos Marques e Ana Sofia Paiva - última faixa do CD e tema ao qual fomos buscar o nome desta edição.

domingo, 19 de setembro de 2010

PEP BRUNO NAS PALAVRAS ANDARILHAS



Desta vez, só passei por lá quase de fugida...

Mas, como sempre, VALEU A PENA!






Voltar a ouvir o Ângelo Torres e o Luís Carmelo e conhecer o FENOMENAL contador que é Pep Bruno, fizeram o saltinho a Beja ser uma óptima opção para um fim de semana a fechar o Verão!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

CONTOS INTERACTIVOS




Nos nossos vizinhos espanhóis descobrimos este site com um conjunto de contos interactivos muito bem concebidos para os mais novos...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

LITERATURA E TELEMÓVEIS...

El móvil de Hansel y Gretel

Anoche le contaba a la Nina un cuento infantil muy famoso, el Hansel y Gretel de los hermanos Grimm. En el momento más tenebroso de la aventura los niños descubren que unos pájaros se han comido las estratégicas bolitas de pan, un sistema muy simple que los hermanitos habían ideado para regresar a casa. Hansel y Gretel se descubren solos en el bosque, perdidos, y comienza a anochecer. Mi hija me dice, justo en ese punto de clímax narrativo: “No importa. Que lo llamen al papá por el móvil”.

Yo entonces pensé, por primera vez, que mi hija no tiene una noción de la vida ajena a la telefonía inalámbrica. Y al mismo tiempo descubrí qué espantosa resultaría la literatura —toda ella, en general— si el teléfono móvil hubiera existido siempre, como cree mi hija de cuatro años. Cuántos clásicos habrían perdido su nudo dramático, cuántas tramas hubieran muerto antes de nacer, y sobre todo qué fácil se habrían solucionado los intríngulis más célebres de las grandes historias de ficción.

Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica, en cualquiera que se le ocurra. Desde la Odisea hasta Pinocho, pasando por El viejo y el mar, Macbeth, El hombre de la esquina rosada o La familia de Pascual Duarte. No importa si el argumento es elevado o popular, no importa la época ni la geografía.

Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica que conozca al dedillo, con introducción, con nudo y con desenlace.

¿Ya está?

Muy bien. Ahora ponga un teléfono móvil en el bolsillo del protagonista. No un viejo aparato negro empotrado en una pared, sino un teléfono como los que existen hoy: con cobertura, con conexión a correo electrónico y chat, con saldo para enviar mensajes de texto y con la posibilidad de realizar llamadas internacionales cuatribanda. (CONTINUAR A LER AQUI!)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ÉRASE 21 VECES CAPERUCITA ROJA

Era um sonho adiado que concretizei na ida a Salamanca... A Alice adora cada nova e inesperada "versão"...

"El proyecto tiene su origen en un taller para ilustradores que tuvo lugar en el Museo Itabashi de Japón durante el verano de 2003. Se pidió a los participantes, cuyos trabajos se reproducen íntegramente en el libro, que no se limitaran a poner sus dibujos junto a las palabras de Perrault, sino que se sintieran libres para hacer todos los cambios que desearan en función de sus propios intereses. El resultado es tan variado como sorprendente: hay historias de miedo, de risa y de aventuras, y los hay también de fantasmas, de amor y gastronomía." (Fonte Media Vaca)

sábado, 16 de maio de 2009

O Meu Filho Quer Ler. Como Devo Escolher?

O editor da Revista "os meus livros", João Morales, trouxe para cima da Praça Central da Feira do Livro de Lisboa a questão da escolha de livros para os mais novos. Alice Vieira, Rosário Araújo, Andreia Brites e Mafalda Milhões foram as convidadas.

As saudades dos maus livros, a verdadeira missão do livro junto das crianças, a importância das histórias tradicionais, os melhores livros para certas idades e o verdadeiro Plano de Leitura foram temas partilhados com o público. (Fonte: Blogue da Feira do Livro de Lisboa)

domingo, 8 de março de 2009

CONTOS, CONTOS E MAIS CONTOS...


Programa produzido pela Televisió de Catalunya, Una mà de contes tem vindo a trabalhar, desde 2000, uma centena de contos provenientes das mais diversas tradições culturais, combinando a literatura oral e escrita, a ilustração, as artes plásticas e a música. Muito, muito bom. (fonte: Bruaá)

Afinal é melhor ainda! Absolutamente fantástico e imperdível!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

A ARCA DOS CONTOS

Há quanto tempo aguardava esta reedição.

Uma ideia de Maria Teresa Meireles (professora no Pinhal Novo, aqui tão perto...), desta vez com ilustrações da premiadíssima Teresa Lima.

Um jogo de cartas inspirado no imaginário dos contos tradicionais e estudado de modo a estimular a criatividade e o gosto pela leitura e pela escrita.
Destinado a pais, educadores, psicólogos, terapeutas e, sobretudo, crianças que se divertem criando histórias com os ingredientes "clássicos".

Composto por 77 cartas, divididas em 7 grupos:
- personagens humanas,
- personagens animais,
- objectos mágicos,
- espaços,
- palavras-chave,
- verbos,
- adjectivos.

Pela Editora Apenas onde vale a pena explorar também a colecção Bilhetes de Identidade, sob a direcção de Ana Paula Guimarães:

A primeira sistematização temática da literatura tradicional (emitidos por quem os conhece de gingeira, os B. I. dos bichos e quejandos revelam-nos quem somos e ao que andamos). Este núcleo constitui, a este nível, a primeira grande sistematização do BESTIÁRIO e outros SERES MÍTICOS, constantes na tradição popular portuguesa. Os livros organizam-se ao modo de um bilhete de identidade (nome, filiação, locais de nascimento, moradas, características diversas, etc.), sendo a pesquisa efectuada, essencialmente, nas grandes recolhas de contos e lendas dos séculos XIX e XX.

As obras destinam-se ao público em geral e a especialistas em particular, constituindo um precioso auxiliar para professores e alunos dos ensinos básico e secundário.