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quarta-feira, 24 de março de 2010

Prémio Hans Christian Andersen 2010

Foram anunciados ontem, na Feira do Livro Infantil de Bolonha, os vencedores da edição de 2010.

Um Cantinho no ParaísoO Meu Pai é Um Homem-PássaroO Grande Jogo


O escritor David Almond é um escritor britânico de literatura infanto-juvenil que se dirige, essencialmente, a um público juvenil  querido do público e muito conceituado em todo o mundo. Recebeu inúmeros prémios de prestígio, entre os quais The Carnegie Medal, o Whitbread Children’s Book Award ou o Smarties Book Award. 

Destes só li "O Segredo do Senhor Ninguém", história muito bonita, com o seu quê de mística e fantasia...

Já da ilustradora  Jutta Bauer, sou fã incondicional. Tenho-os todos...


Esta autora/ilustradora distingue-se pelo facto dos seus livros não terem um público com uma faixa etária específica. Aliás, afirma ela: "As histórias são como jarros. Elas oferecem uma forma mas todos os leitores - não importa se novos ou velhos - os enchem com as suas próprias experiências e histórias pessoais."

segunda-feira, 15 de março de 2010

sábado, 5 de setembro de 2009

Editora online

A Bubok.Pt é a primeira editora online que edita qualquer livro sem encargos para o autor e está a tornar-se num caso de êxito. Foi lançada em Junho em Portugal, depois do sucesso que está a alcançar em Espanha e no nosso País publicou, em média, um livro por dia durante o mês de Agosto.

De acordo com Alexandre Lemos, um dos elementos da editora, trata-se de "um serviço simples de auto-publicação online que permite a qualquer pessoa a oportunidade de publicar e divulgar gratuitamente as suas obras, como livro de papel (através da tecnologia print-on-demand) e em formato digital (como e-book)".

Visite
http://www.bubok.pt/ e descubra como tornar o seu sonho realidade.

terça-feira, 21 de julho de 2009

ENCONTRO COM ESCRITOR OU ILUSTRADOR

O autor José António Gomes propõe um conjunto de reflexões breves e orientações cujo fundamental propósito é contribuir para a dignificação e requalificação de uma das actividades de promoção de leitura mais frequentes nos dias de hoje: os encontros de autores com o público infantil, em escolas e bibliotecas. Ler tudo aqui...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

LITERATURA E TELEMÓVEIS...

El móvil de Hansel y Gretel

Anoche le contaba a la Nina un cuento infantil muy famoso, el Hansel y Gretel de los hermanos Grimm. En el momento más tenebroso de la aventura los niños descubren que unos pájaros se han comido las estratégicas bolitas de pan, un sistema muy simple que los hermanitos habían ideado para regresar a casa. Hansel y Gretel se descubren solos en el bosque, perdidos, y comienza a anochecer. Mi hija me dice, justo en ese punto de clímax narrativo: “No importa. Que lo llamen al papá por el móvil”.

Yo entonces pensé, por primera vez, que mi hija no tiene una noción de la vida ajena a la telefonía inalámbrica. Y al mismo tiempo descubrí qué espantosa resultaría la literatura —toda ella, en general— si el teléfono móvil hubiera existido siempre, como cree mi hija de cuatro años. Cuántos clásicos habrían perdido su nudo dramático, cuántas tramas hubieran muerto antes de nacer, y sobre todo qué fácil se habrían solucionado los intríngulis más célebres de las grandes historias de ficción.

Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica, en cualquiera que se le ocurra. Desde la Odisea hasta Pinocho, pasando por El viejo y el mar, Macbeth, El hombre de la esquina rosada o La familia de Pascual Duarte. No importa si el argumento es elevado o popular, no importa la época ni la geografía.

Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica que conozca al dedillo, con introducción, con nudo y con desenlace.

¿Ya está?

Muy bien. Ahora ponga un teléfono móvil en el bolsillo del protagonista. No un viejo aparato negro empotrado en una pared, sino un teléfono como los que existen hoy: con cobertura, con conexión a correo electrónico y chat, con saldo para enviar mensajes de texto y con la posibilidad de realizar llamadas internacionales cuatribanda. (CONTINUAR A LER AQUI!)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

LER, UMA EXIGÊNCIA DO NOSSO CÉREBRO?

Muito interessante este post de Juan Mata. A partir do artigo Will Robots Ever Have Literature? somos convidados a fazer uma reflexão (que vai ganhando profundidade nos comentários dos seguidores do blogue e respectivas respostas do seu autor) sobre o papel da literatura nas nossas vidas...

...no dejamos de preguntarnos qué es la literatura y por qué nos seduce tanto y por qué la seguimos produciendo. Y no acabamos de dar respuestas definitivas. Por lo que vamos sabiendo, una de las características de lo 'humano' es la disposición a pensar narrativamente, a entender la realidad social mediante historias verídicas o ficticias. Y también a imaginar mundos posibles, mundos donde lo interesante es lo probable y no lo cierto. (Ler tudo)