sábado, 3 de dezembro de 2011
PARA ONDE VAMOS QUANDO DESAPARECEMOS?
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.
Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,
A aparecer e a desaparecer.
O que propõe este livro?
Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).
Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
BIRGIT, HISTORIA DE UMA MUERTE
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
EVA
Em Brighton, EVA estará em forma de livro e filme de animação na galeria da Universidade de Brighton, o projecto final de mestrado da Margarida Botelho. Quentinho e lindo, como sempre!domingo, 5 de setembro de 2010
IT'S A BOOK!
Um miminho delicioso da Ana C.
Muito obrigada, amiga!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
PROPOSTAS DE EXPLORAÇÃO PARA PAIS E EDUCADORES
Bom trabalho para todos!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Morreu a Tila, a escritora que defendeu os direitos das crianças
Nos seus livros, a autora centrou-se sempre em três grandes eixos de orientação: a infância dourada, a infância agredida e a infância como projecto.
Em 2004, quando recebeu o Prémio de Carreira da SPA, Matilde Rosa Araújo afirmou à Lusa que "os jovens lhe ensinaram uma espécie de luz da vida", porque "o seu olhar é de uma verdade intensa e absoluta".
Entre os seus livros mais importantes para a infância contam-se "Os direitos das crianças", "O palhaço verde" e "O livro da Tila", nome pelo qual era conhecida entre os amigos.
Matilde Rosa Lopes de Araújo nasceu a 20 de Junho de 1921 numa Lisboa ainda rural, na quinta dos avós em Benfica, foi aluna de Jacinto do Prado Coelho e Vitorino Nemésio e colega de Sebastião da Gama, Luísa Dacosta, David Mourão-Ferreira e Urbano Tavares Rodrigues.
Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica (1945) com uma tese em que o jornalismo era objecto de análise académica.
Enveredando pela carreira docente, foi professora do primeiro Curso de Literatura para a Infância na Escola do Magistério Primário de Lisboa, bem como do Ensino Técnico Profissional em diversas cidades do país: Lisboa, Barreiro, Portalegre, Elvas e Porto, onde ficou efectiva.
Ávida pelos jornais, Matilde Rosa Araújo foi colaboradora da imprensa nacional e regional, como A Capital, O Comércio do Porto, República, Diário de Lisboa, Diário de Notícias e Jornal do Fundão e nas revistas Távola Redonda, Graal, Árvore, Vértice, Seara Nova e Colóquio/Letras.
Desde cedo preocupada com os direitos das crianças, tornou-se sócia fundadora do Comité Português da UNICEF e do Instituto de Apoio à Criança e escreveu inúmeras vezes sobre a interesse da infância na educação e na criação literária para adultos e acerca da utilidade da literatura infanto-juvenil na formação dos mais novos.
Apesar da sua actividade em diferentes campos, foi sobretudo como escritora que Matilde Rosa Araújo se tornou mais conhecida, dado ter desenvolvido intensa actividade literária para o público adulto e infanto-juvenil, obtendo nesta área diversos galardões e tendo vários volumes publicados no estrangeiro.
A sua estreia na literatura teve lugar em 1943 com "A Garrana", uma história sobre a eutanásia com a qual venceu o concurso "Procura-se um Novelista", do jornal O Século, em cujo júri de encontrava Aquilino Ribeiro.
Para o público adulto escreveu também "Estrada Sem Nome", obra galardoada num concurso de contos da Faculdade de Letras, "Praia Nova", "O Chão e as Estrelas" e "Voz Nua".
Na literatura para crianças, o primeiro título publicado foi "O Livro da Tila" (1957) - escrito nas viagens de comboio entre Lisboa e Portalegre, onde leccionava, e cujos poemas foram musicados por Lopes Graça.
Seguiram-se "O Palhaço Verde", "História de um Rapaz", "O Sol e o Menino dos Pés Frios", "O Reino das Sete Pontas", "História de uma Flor", "O Gato Dourado", "As Botas de Meu Pai", "As Fadas Verdes" e "Segredos e Brincadeiras" e os mais recentes "A saquinha da flor" e "Lucilina e Antenor", entre cerca de quatro dezenas de títulos.
Com ela colaboraram várias gerações de ilustradores portugueses, de Maria Keil a Gémeo Luís e a João Fazenda.
Em 2009, foi publicada a obra "Matilde Rosa Araújo - um olhar de menina", uma biografia romanceada da escritora com texto de Adélia Carvalho e ilustração de Marta Madureira.
Membro da Sociedade Portuguesa de Escritores (actual APE), Matilde Rosa Araújo ocupava um cargo directivo quando, em 1965, a instituição premiou o angolano José Luandino Vieira, então preso no Tarrafal, o que levou a PIDE a invadir as instalações e a demitir a direcção.
O Grande Prémio de Literatura para Criança da Fundação Calouste Gulbenkian (1980), que lhe foi atribuído ex-aequo com Ricardo Alberty, foi um dos primeiros entre os muitos que a sua obra literária viria a conquistar.
Em 1991, recebeu o Prémio para o Melhor Livro Estrangeiro da Associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo, Brasil, por "O Palhaço Verde", e cinco anos depois viu a obra de poesia "Fadas Verdes" ser distinguida com o prémio Gulbenkian para o melhor livro para a infância publicado no biénio 1994-1995.
Já em 1994, Matilde Rosa Araújo fora nomeada pela secção portuguesa do IBBY (Internacional Board on Books for Young People) para a edição de 1994 do Prémio Andersen, considerado o Nobel da Literatura para a Infância.
Em 2003, a escritora foi ainda condecorada, a 08 de Março, Dia da Mulher, pelo Presidente Jorge Sampaio, e em Novembro a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) decidiu, por unanimidade, agraciá-la com o Prémio Carreira (entregue em Maio de 2004), pela sua "obra de particular relevância no domínio da literatura infanto-juvenil".
"É uma generosidade muito grande por uma carreira que me deu mais a mim do que eu dei a ela", disse a escritora à agência Lusa na altura em que recebeu o prémio da SPA.
Matilde Rosa Araújo - que dizia conhecer dezenas de estabelecimentos de ensino do continente e ilhas - mantém-se viva através da Escola Básica 2,3 de São Domingos de Rana e da Biblioteca Municipal de Alcabideche, em Cascais, que foram baptizadas com o seu nome, tal como sucedeu a um prémio revelação na literatura infantil e juvenil instituído pela autarquia daquela vila em 1998. (Fonte: Agência Lusa)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O ESTRANHO MUNDO DE JACK
Uma noite, enquanto passeia entediado na floresta de Halloween, Jack encontra algo que nunca vira antes: uma porta esculpida numa árvore. Ao abri-la, Jack entra no mundo alegre e cintilante da Cidade do Natal!
Maravilhado com tanta luz e animação, Jack decide raptar o Pai Natal e levá-lo para Halloween, planeando as mais medonhas traquinices para a véspera de Natal.
Um mundo fantástico e irreverente que promete tantas gargalhadas como sustos!
Tim Burton , um dos cineastas mais aclamados e controversos de Hollywood, divide a sua carreira entre grandes êxitos de bilheteira, como Eduardo Mãos de Tesoura (1990) ou O Estranho Mundo de Jack (1992) – a sua primeira longa-metragem de animação –, e projectos marginais mais arriscados, tendo criado algumas das obras cinematográficas de referência das últimas décadas.
Escritor, produtor e realizador, Tim Burton continua a deliciar leitores e espectadores de todas as idades pelo mundo inteiro com o seu universo fantástico e sombrio, inspirado nos ambientes góticos de Edgar Allan Poe e habitado por estranhas criaturas.
Burton é também autor de A Morte Melancólica do Rapaz Ostra & Outras Estórias, publicado pela Antígona.
À venda nas livrarias a partir de 29 de Abril (Fonte: Editora Orfeu Negro)
terça-feira, 13 de abril de 2010
Lágrimas de crocodilo
A Bruaá apresenta um dos livros mais icónicos e revolucionários do século XX. Cinquenta e quatro anos depois da sua primeira edição, podemos finalmente apreciar e embarcar nesta insólita viagem-explicação ou explicação-viagem que ninguém se vai importar de repetir... até às lágrimas.
Um livro com um design ainda inovador para os nossos dias e com um texto sempre actualíssimo. Que bom! (E como, mais uma vez, me deitei a adivinhar com as pistas que o Miguel vai pondo no blogue, parece que vou receber um exemplar ainda quentinho. Que sorte!)
quarta-feira, 10 de março de 2010
Abecedários Ilustrados na Revista Pública
Os abecedários ilustrados estão entre os primeiros livros que surgiram dirigidos especificamente ao público infantil.Não funcionavam como manuais escolares pois eram destinados a ser vistos em casa, normalmente em famílias pertencentes a classes mais elevadas. Permitiam desta forma a inserção da criança no universo precoce da leitura e da escrita.No dia 7 de Março de 2010, a Revista Pública publicou um artigo sobre Abecedários Ilustrados.A Pública ouviu Rosário Araújo, André Letria e Paula Ramos sobre este tema.
Lembrei-me imediatamente do site da autora/ilustradora brasileira, a genial Ângela Lago que também tem uma série de jogos em flash para brincar com os alfabetos. Vale a pena conhecer!
domingo, 7 de março de 2010
O CORAÇÃO E A GARRAFA
O Coração e a Garrafa fala-nos de uma menina fascinada com o mundo à sua volta.

Até que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu coração e guardá-lo num sítio seguro. Pelo menos durante algum tempo…
Só que, a partir daí, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu coração?
Com esta história comovente, Oliver Jeffers explora os temas difíceis do amor e da perda (um dos que mais me seduz em LIJ), devolvendo-nos, de maneira notável, um sopro de alento e de vida.
Do autor de O Incrível Rapaz Que Comia Livros, já publicado na colecção Orfeu Mini.
Como sempre que estou com a Dora, ontem vim para casa de coração quentinho e com mais uns desejos na minha lista:
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
O LIVRO NEGRO DAS CORES
Ao clicar na imagem, podemos folheá-lo - o que, neste caso especialmente, não substitui a sensação incrível de o lermos nas/com as nossas mãos.
"A subtileza deste livro demonstra a beleza da percepção do mundo através dos nossos sentidos e na sua complementaridade. Convidando-nos a reflectir sobre como será aquilo que nos rodeia para quem não vê, esta grande obra obriga-nos a reformular o mundo através dos seus cheiros, sabores, texturas, sons; a recriar, de forma imaginativa, as coisas que nos envolvem. Um livro que nos lembra que há sempre mais para além do que vemos, um livro para redescobrir a riqueza sensorial do nosso corpo e determo-nos na beleza oferecida por essa sensibilidade. Exceptuando o texto, todo o livro é negro. No entanto, as ilustrações em alto relevo e o texto em braille, permitem experimentar as texturas e jogar com as descrições poéticas das cores." (Fonte: Bruaá)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
BOOKS BY ITS COVER
Nem sempre é suficiente apreciar um livro pela capa... mas aqui podemos espreitá-los e ver que, por detrás de boas capas, estão certamente óptimos livros.Obrigada, Dora B.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
ANIMALÁRIO UNIVERSAL DO PROFESSOR REVILLOD

Vem descobrir o mirabolante universo do Animalário Universal do Professor Revillod, onde existem os mais extraordinários animais: um tigre com corpo de vaca e cabeça de galinha ou um estrambótico hipopótamo com corpo de pulga e rabo de peixe. Neste atelier, vamos explorar as diferentes combinações de animais, inventar o nosso próprio animal e responder a um sem-número de perguntas: Que som fará? O que come? Como se movimenta? São 45 minutos de imaginação, orientados por Susana Alves, a convite da Orfeu Mini.
A participação é livre e podes trazer o pai, a avó, o vizinho, a amiga ou o irmão... Aparece e aprende, divertindo-te!
ANIMALÁRIO UNIVERSAL DO PROFESSOR REVILLOD
Atelier estrambótico para crianças 4 - 8 anos
Fnac Colombo | 24 Outubro | sábado | 11h00
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
COLECÇÃO BORBOLETRAS
Todos os livros da colecção são com capa mole, apresentando-se num formato atractivo e contemporâneo que resultam em edições de grande qualidade acessíveis a toda a todos.
As histórias são contadas de forma simples e brilhantemente completadas com ilustrações muitíssimo apelativas, de traço e cores vibrantes.
Esta colecção destaca-se ainda pela diversidade dos temas focados que podem ser trabalhados nas salas de aula.

«– Olá, Pinguim! – disse o Quim.
O Pinguim não disse nada.
– Não sabes falar? – disse o Quim.
O Pinguim não disse nada.»
Que é que o Quim há-de fazer para o Pinguim falar?
O Professor Baltazar possui dez catatuas bem marotas. Uma bela manhã as “amigas emplumadas”, como ele lhes chama, escapam-se. Segue-se um encantador e delicioso jogo das escondidas.Prémios atribuídos a Catatuas:
• Vencedor do Nestlé Smarties Book Award, 1992
«“Cama!”, disse a Mãe.“Não!”, disse o Bebé, brincando no carro. “Ainda é de dia.”
O Bebé quer ficar a pé toda a noite; por isso foge da Mãe no seu carrinho e lança-se numa extraordinária aventura. Mas daí a pouco encontra-se sozinho na terra do sono. Só uma pessoa está a pé… uma pessoa que gosta muito do Bebé.
O livro perfeito para ler a uma criança pequena que está decidida a não ir dormir!
Prémios atribuídos a O Bebé que não Queria Ir para a Cama:
• Vencedor do Kate Greenaway Medal, 1996;
• Vencedor do Play and Learn Award, promo-vido pela revista Parents;
• Vencedor da medalha de ouro dos Best Toy Awards;
• Livro do mês para crianças do Waterstones (líderes do mercado livreiro em Inglaterra).
A Handa mete no cesto sete frutas deliciosas para fazer uma surpresa à sua amiga Akeyo. Mas no caminho a Handa passa por muitos animais, e as frutas têm um ar muito convidativo...Quando chega junto da amiga e poisa o cesto, quem tem uma grande surpresa é a Handa!
John Burningham oferece-nos uma história poética acerca da amizade especial entre uma menina solitária e o seu amigo secreto, Aldo. Quando o Aldo está presente, o sol e o riso enchem a vida da menina e ela esquece os seus medos de todos os dias.Parabéns à Editorial Caminho pela "inovação", já tão antiga noutros países civilizados. Até que enfim, encontramos em Portugal uma colecção com tantos títulos de qualidade inquestionável a preços muito mais acessíveis.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
CONTOS INTERACTIVOS

Nos nossos vizinhos espanhóis descobrimos este site com um conjunto de contos interactivos muito bem concebidos para os mais novos...
terça-feira, 14 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
LITERATURA E TELEMÓVEIS...
El móvil de Hansel y GretelAnoche le contaba a la Nina un cuento infantil muy famoso, el Hansel y Gretel de los hermanos Grimm. En el momento más tenebroso de la aventura los niños descubren que unos pájaros se han comido las estratégicas bolitas de pan, un sistema muy simple que los hermanitos habían ideado para regresar a casa. Hansel y Gretel se descubren solos en el bosque, perdidos, y comienza a anochecer. Mi hija me dice, justo en ese punto de clímax narrativo: “No importa. Que lo llamen al papá por el móvil”.
Yo entonces pensé, por primera vez, que mi hija no tiene una noción de la vida ajena a la telefonía inalámbrica. Y al mismo tiempo descubrí qué espantosa resultaría la literatura —toda ella, en general— si el teléfono móvil hubiera existido siempre, como cree mi hija de cuatro años. Cuántos clásicos habrían perdido su nudo dramático, cuántas tramas hubieran muerto antes de nacer, y sobre todo qué fácil se habrían solucionado los intríngulis más célebres de las grandes historias de ficción.
Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica, en cualquiera que se le ocurra. Desde la Odisea hasta Pinocho, pasando por El viejo y el mar, Macbeth, El hombre de la esquina rosada o La familia de Pascual Duarte. No importa si el argumento es elevado o popular, no importa la época ni la geografía.
Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica que conozca al dedillo, con introducción, con nudo y con desenlace.
¿Ya está?
Muy bien. Ahora ponga un teléfono móvil en el bolsillo del protagonista. No un viejo aparato negro empotrado en una pared, sino un teléfono como los que existen hoy: con cobertura, con conexión a correo electrónico y chat, con saldo para enviar mensajes de texto y con la posibilidad de realizar llamadas internacionales cuatribanda. (CONTINUAR A LER AQUI!)
domingo, 5 de julho de 2009
A CHARADA DA BICHARADA
Mais um vídeo livro "pescado" no Letra Pequena... Texto de Alice Vieira ilustrado por Madalena Matoso que, com ele, venceu o Prémio Nacional de Ilustração.
Esta publicação, um álbum poético, género escassamente editado em Portugal, evidencia-se pela articulação expressiva das componentes pictórica e verbal. A criatividade e a inovação das ilustrações materializam-se no recurso a uma paleta cromática forte, rica e livre, que sustenta uma arquitectura visual esquemática e segura. As imagens potenciam a proposta lúdica dos poemas, que funcionam como advinhas e/ou charadas. O discurso icónico, pautado pela subtileza e pelo enigma, convoca um olhar insistente, curioso e inquiridor.(Fonte: DGLB)
Madalena Matoso (Lisboa, 1974)
Tem o curso de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes – Universidade de Lisboa. Em 1999 fundou a empresa Planeta Tangerina, Design e Comunicação, Lda., onde trabalha na área da ilustração e do design gráfico. Ilustrou vários livros da colecção “As Histórias da Bruxa Cornélia”, da Editora Temas e Debates, da colecção “Fábulas” do Jornal Expresso, da colecção “Mundo de Histórias” da Editora Oficina do Livro, entre outros trabalhos.
Menções especiais no Prémio Nacional de Ilustração – 2006 e 2007, com as ilustrações das obras Uma Mesa É Uma Mesa. Será?, e Quando eu nasci, ambas editadas pelo Planeta Tangerina.
O livro O meu vizinho é um cão recebeu o Prémio Melhor Ilustração de Livro Infantil no Festival da Amadora 2008
















