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quinta-feira, 21 de julho de 2011

(já) NÃO SOU DAQUI



Parto agora para uma outra aventura onde vou continuar a procurar sempre despertar noutro ser humano poderes e sonhos além dos seus; induzir nos outros um amor por aquilo que amamos; fazer do seu presente interior o seu futuro pois acredito que esta é a minha missão.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

NÃO SOU DAQUI!



Um estado de alma... Férias, precisam-se!

segunda-feira, 8 de março de 2010

ÁFRICA NO SEU MELHOR...



Não gosto nem de Pepsi, nem de Futebol, mas admiro com fascínio o incrível mundo da publicidade...

terça-feira, 2 de março de 2010

GOTTA KEEP READING



Este vídeo foi inspirado no Flash Mob Dance no Oprah Winfrey Show apresentado pelos Black Eyed Peas e inúmeros fãs da Oprah.


Trazido no bico daqui...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

STAY IN MY MEMORY

sexta-feira, 20 de março de 2009

AINDA O CAPUCHINHO VERMELHO... VERSÃO HARD!


Little Red Riding hood from Björn Avén on Vimeo.

Porque este é um clássico, sem dúvida, não podemos esquecer as abordagens a pensar nos mais velhos...

Não esquecer também "O Gorro Vermelho" de Ana Saldanha, pela Caminho.


Estou certa que estas ideias crescerão e florescerão por Alcochete!
Continuação de Bom Trabalho!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

ADIVINHA QUANTO EU GOSTO DE TI

Porque as Artes gostam de conviver... UM LIVRO, UMA MÚSICA!

(Já está no saco do Pai Natal...)


Neste livro, a Pequena Lebre Castanha e a Grande Lebre Castanha mostram como o amor não é fácil de medir e de transmitir.

"A pequena lebre cor de avelã, que ia deitar-se, agarrou-se firmemente às longas orelhas da grande lebre cor de avelã. Queria ter a certeza de que a grande lebre cor de avelã estava a ouvi-la: “Adivinha quanto gosto de ti.”, disse ela.“Oh, não sei se sou capaz de adivinhar isso.”, disse a grande lebre cor de avelã.“Isto tudo.”, disse a pequena lebre cor de avelã, esticando os braços para os lados tão longe quanto podia. A grande lebre cor de avelã tinha os braços ainda mais compridos.“Mas eu gosto de ti isto tudo.”, disse.Hmmm… Isso é muito, pensou a pequena lebre cor de avelã. “Gosto de ti tão alto quanto consigo alcançar.”, disse a pequena lebre cor de avelã.“Eu gosto de ti tão alto quanto eu consigo alcançar.”, disse a grande lebre cor de avelã.Isso é mesmo muito alto, pensou a pequena lebre cor de avelã. Quem me dera ter braços assim. Então, a pequena lebre cor de avelã teve uma boa ideia. Fez o pino e chegou com os pés ao tronco da árvore. “Gosto de ti até à ponta dos meus pés!”, disse.“E eu gosto de ti até à ponta dos teus pés.”, disse a grande lebre cor de avelã, balançando-a no ar.“Gosto de ti tão alto quanto consigo saltar!”, disse a pequena lebre cor de avelã rindo e saltitando.“Mas eu gosto de ti tão alto quanto eu consigo saltar.”, sorriu a grande lebre cor de avelã e saltou tão alto que as suas orelhas tocaram nos ramos da árvore.
Que belos saltos, pensou a pequena lebre cor de avelã. Quem me dera conseguir saltar assim. “Gosto de ti por aquele caminho abaixo, até ao rio.”, gritou a pequena lebre cor de avelã.“Gosto de ti até depois do rio e das montanhas.”, disse a grande lebre cor de avelã.
Isso é muito longe, pensou a pequena lebre cor de avelã. Já estava tão ensonada que mal conseguia pensar. Então, olhou a grande noite escura por entre os arbustos. Nada poderia estar tão longe quanto o céu. “Gosto de ti até à Lua.”, disse, fechando os olhos.“Oh, isso é longe.”, disse a grande lebre cor de avelã. “Isso é mesmo muito longe.” A grande lebre cor de avelã deitou a pequena lebre cor de avelã na sua cama de folhas. Inclinou-se sobre ela e deu-lhe um beijo de boas-noites.Então, deitou-se bem perto e sussurrou com um sorriso “Gosto de ti até à Lua… e de volta até à Terra.”








Já pensei dar-te uma flor,
com um bilhete,
Mas nem sei o que escrever
Sinto as pernas a tremer
Quando sorris para mim,
Quando deixo de te ver
Vem jogar comigo um jogo
Eu por ti e tu por mim
Fecha os olhos e adivinha
Quanto é que eu gosto de ti

Gosto de ti desde aqui até à Lua
Gosto de ti desde a Lua até aqui
Gosto de ti simplesmente porque gosto
E é tão bom viver assim

Ando a ver se me decido
Como te vou dizer, como hei-de te contar
Até Já fiz um avião
Com um papel azul
Mas voou da minha mão
Quantas vezes eu parei à tua porta
Quantas vezes nem olhaste para mim
Quantas vezes eu pedi que adivinhasses
Quanto é que eu gosto de ti...

Adivinha quanto gosto de ti – André Sardet




OBRIGADA, QUERIDO(a) ANÓNIMO (a)!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

LIVROS

Por Caetano Veloso...

sábado, 19 de julho de 2008

HÁ 17 ANOS, FOI... UM DIA DESSES


Um dia desses


de tanto me perder, de andar sem sono

por essa noite sem nenhum destino

por essa noite escura em que abandono

uns sonhos do meu tempo de menino

de tanto não poder mais ter saudade

de tudo o que já tive e já perdi
dona menina, eu me resolvo agora

a ir-me embora pra bem longe daqui.


um dia desses eu me caso com você

você vai ver ai, ai, você vai ver

um dia desses, de manhã, com padre e pompa

você vai ver como eu me caso com você


meu pobre coração não vale nada

anda perdido, não tem solução

mas se você quiser ser minha namorada

vamos tentar
não custa nada

até pode dar certo

ai ai

e se não der eu pego um avião, vou pra xangai

e nunca mais eu volto pra te ver.


Adriana Calcanhoto (ouvir aqui)