
All Day Doing Nothing...
(É só clicar na imagem!)
Quando chegará esse dia tão ansiado?!
(des)Espero pelo final dos trabalhos da fase curricular do MGIBE!
trazemos aquilo que nos toca, que nos enche, que vivemos nos nossos voos...



ROBINSON CRUSOE
Texto e Ilustrações de Ajubel

LE LIVRE DES TERRES IMAGINÉES
Texto e Ilustrações de Guillaume Duprat
SEUIL JEUNESSE – Paris, França

It was the “aha!” moment that Stephanie Rosalia was hoping for.
A group of fifth graders huddled around laptop computers in the school library overseen by Ms. Rosalia and scanned allaboutexplorers.com, a Web site that, unbeknownst to the children, was intentionally peppered with false facts. (sublinhado meu, a uma ideia magnífica!)
Ms. Rosalia, the school librarian at Public School 225, a combined elementary and middle school in Brighton Beach, Brooklyn, urged caution. “Don’t answer your questions with the first piece of information that you find,” she warned.
Most of the students ignored her, as she knew they would. But Nozimakon Omonullaeva, 11, noticed something odd on a page about Christopher Columbus.
“It says the Indians enjoyed the cellphones and computers brought by Columbus!” Nozimakon exclaimed, pointing at the screen. “That’s wrong.”
It was an essential discovery in a lesson about the reliability — or lack thereof — of information on the Internet, one of many Ms. Rosalia teaches in her role as a new kind of school librarian.
Ms. Rosalia, 54, is part of a growing cadre of 21st-century multimedia specialists who help guide students through the digital ocean of information that confronts them on a daily basis. These new librarians believe that literacy includes, but also exceeds, books. (Continuar a ler aqui.)
Clique na imagem para ver o vídeo.

Vai iniciar a fase de votação dos Prémios de Edição LER / Booktailors. Aqui está instalada a plataforma permitindo a todos os leitores também darem a sua opinião e influenciarem a votação final.
A votação final é alcançado através de uma média ponderada, sendo que o total da votação dos Júri vale 40%, o total da votação do Conselho vale 40%, e o total da votação do público vale 20%.
Em destaque, em várias categorias, alguns títulos da Planeta Tangerina
- O Mundo Num Segundo, Bernardo Carvalho, Isabel Minhós Martins;
- Coração de mãe, Bernardo Carvalho, Isabel Minhós Martins;
- A Grande Invasão, Bernardo Carvalho, Isabel Minhós Martins;
E ainda:
- A Colecção, Margarida Botelho, Edição de Autor.
Não deixe de participar!!

De energias renovadas, depois de um dia em cheio na Universidade (onde, com sucesso, "arrumei" duas disciplinas que quase me levaram o juízo...), volto aos livros...
Foi com muita alegria que soube que as duas primeiras sessões do atelier itinerante de leitura A Maior Flor do Mundo para alunos do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico tiveram lugar na Escola Básica 1 / Jardim de Infância do Alto do Moinho, em Corroios, um dos pousos dos meus voos...
que têm coisas para dizer, existe um fio condutor que atravessa todas essas experiências narrativas, quer em termos meramente formais - há um desejo claro de subverter os mecanismos tradicionais do storytelling e pesquisar as suas múltiplas potencialidades, como acontece no romance American Gods ou na série de BD Sandman -, quer em termos de conteúdo, onde existe um fascínio claro pela fantasia e pelo terror. E estas são áreas de que Gaiman nunca abdica, mesmo quando escreve um livro para crianças como é o caso de Os Lobos nas Paredes, que entra directamente para a galeria de obras-primas da literatura infantil. Os papás sensíveis devem, contudo, manter-se afastados deste perigoso objecto, porque Gaiman não pertence à casta dos autores açucarados que têm todo o cuidado para não assustar as criancinhas. Os Lobos nas Paredes mete medo, e ostenta-o orgulhosamente, tanto mais que nasceu de um pesadelo da filha mais nova do autor, que confessou ao pai que escutava as garras dos lobos a arranharem dentro das paredes. Gaiman, além de plagiar o pesadelo da filha, em vez de lhe dizer «não, não existem lobos dentro das paredes», aproveitou para contar uma série de histórias em que os lobos realmente saíam de trás do estuque e tomavam conta da casa, embora os humanos conseguissem fugir e, mais tarde, enfrentá-los. Foi da depuração dessas pequenas histórias nocturnas que este livro nasceu.
Como em Coraline, são evidentes as influências de Alice no País das Maravilhas - embora carregando nas tais atmosferas sombrias, quase góticas -, não só na criação de uma realidade paralela, escondida «atrás de», mas também na utilização do puro nonsense, no pequeno aparte surreal, numa proliferação de pequenos detalhes muito bem humorados que fazem boa parte do encanto do livro, como é o caso do fascínio pelos frascos de compota, do pai a tocar tuba ou dos lobos vestidos com a roupa da família. Mas Gaiman não se limita a produzir grandes ideias ele é também um excelente escritor, que depura o texto de quaisquer excessos, até atingir a formulação mais perfeita. Isso é particularmente evidente na agilidade dos diálogos, sempre curtos, incisivos, exactos.
s (também editado entre nós pela Vitamina BD), mas aqui vai ainda mais longe, numa claríssima demonstração das razões que o levam a ser considerado um dos melhores ilustradores do mundo. É sempre motivo do maior espanto a forma como ele consegue conjugar numa mesma imagem os mais diversos materiais, pulando do desenho para a fotografia, do lápis para o computador com a maior das facilidades e sem nunca perder o estilo ou a coerência. Se McKean não tivesse sido bafejado com um talento absurdo, este cruzamento de tantas e tão divergentes técnicas seria um salto no abismo. Aqui, é mais um espantoso tour de force, que casa na perfeição com o universo narrativo de Gaiman. Está dito não ler Os Lobos nas Paredes é um pecado mortal. (Fonte: João Miguel Tavares)