

When the night comes...
When the day comes...
trazemos aquilo que nos toca, que nos enche, que vivemos nos nossos voos...

Gostaria de ter um cantinho de leitura mas não tem espaço suficiente? adoraria ter uma poltrona confortável onde ler mas ou ela fica no meio da saleta ou a estante tem que ser menor para poder encostar na parede? E se a poltrona encaixar dentro da estante? Essa é a proposta da cave, estante com lugar para leitura embutido. Parece confortável. Pena que rouba um bocado de espaço da estante…
O autor José António Gomes propõe um conjunto de reflexões breves e orientações cujo fundamental propósito é contribuir para a dignificação e requalificação de uma das actividades de promoção de leitura mais frequentes nos dias de hoje: os encontros de autores com o público infantil, em escolas e bibliotecas. Ler tudo aqui...
As primeiras imagens de Alice no País das Maravilhas foram reveladas. O elenco é de luxo e integra, além da australiana Mia Wasikowska no papel de Alice, nomes como Johnny Depp interpretando o Chapeleiro Louco, Helena Bonham Carter como Rainha de Copas, Michael Sheen como Coelho Branco, Anne Hathaway como Rainha Branca, Alan Rickman a vestir a pele de Lagarta, Christopher Lee como Jabberwock e Stephen Fry como Gato de Cheshire. Os actores estão praticamente irreconhecíveis na pele das personagens criadas por Lewis Carroll e reinterpretadas pelo realizador Tim Burton. A estreia mundial do filme está prevista para Março de 2010. E promete.
Obra-prima de fantasia da autoria de Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas é um livro de surpreendente originalidade. Alice encontra-se com um coelho branco que caminha pela floresta, sempre a resmungar. Segue-o até à sua toca e cai por um buraco profundíssimo. É então que descobre uma terra de sonho onde encontra inúmeras criaturas e personagens que a vão levar por esse mundo de fantasia – o doce Gato Cheshire, o extravagante Chapeleiro, o Major Lagarta ou as flores falantes.
Poções mágicas e cogumelos misteriosos permitem que Alice assuma diferentes formas até se encontrar no campo de croquet da Rainha de Copas, onde Sir Jack é acusado de roubar tartes. Alice é chamada a testemunhar num cómico julgamento. Mas, antes do fim, Alice desperta bruscamente e descobre que tudo havia sido um sonho. Lewis Carroll serve-se assim da capacidade infantil para observar a realidade com total ingenuidade, utilizando-a para evidenciar aspectos absurdos e incoerentes do comportamento adulto e para animar jogos encantadores baseados em regras da lógica.
El móvil de Hansel y GretelAnoche le contaba a la Nina un cuento infantil muy famoso, el Hansel y Gretel de los hermanos Grimm. En el momento más tenebroso de la aventura los niños descubren que unos pájaros se han comido las estratégicas bolitas de pan, un sistema muy simple que los hermanitos habían ideado para regresar a casa. Hansel y Gretel se descubren solos en el bosque, perdidos, y comienza a anochecer. Mi hija me dice, justo en ese punto de clímax narrativo: “No importa. Que lo llamen al papá por el móvil”.
Yo entonces pensé, por primera vez, que mi hija no tiene una noción de la vida ajena a la telefonía inalámbrica. Y al mismo tiempo descubrí qué espantosa resultaría la literatura —toda ella, en general— si el teléfono móvil hubiera existido siempre, como cree mi hija de cuatro años. Cuántos clásicos habrían perdido su nudo dramático, cuántas tramas hubieran muerto antes de nacer, y sobre todo qué fácil se habrían solucionado los intríngulis más célebres de las grandes historias de ficción.
Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica, en cualquiera que se le ocurra. Desde la Odisea hasta Pinocho, pasando por El viejo y el mar, Macbeth, El hombre de la esquina rosada o La familia de Pascual Duarte. No importa si el argumento es elevado o popular, no importa la época ni la geografía.
Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica que conozca al dedillo, con introducción, con nudo y con desenlace.
¿Ya está?
Muy bien. Ahora ponga un teléfono móvil en el bolsillo del protagonista. No un viejo aparato negro empotrado en una pared, sino un teléfono como los que existen hoy: con cobertura, con conexión a correo electrónico y chat, con saldo para enviar mensajes de texto y con la posibilidad de realizar llamadas internacionales cuatribanda. (CONTINUAR A LER AQUI!)
Esta publicação, um álbum poético, género escassamente editado em Portugal, evidencia-se pela articulação expressiva das componentes pictórica e verbal. A criatividade e a inovação das ilustrações materializam-se no recurso a uma paleta cromática forte, rica e livre, que sustenta uma arquitectura visual esquemática e segura. As imagens potenciam a proposta lúdica dos poemas, que funcionam como advinhas e/ou charadas. O discurso icónico, pautado pela subtileza e pelo enigma, convoca um olhar insistente, curioso e inquiridor.(Fonte: DGLB)
Madalena Matoso (Lisboa, 1974)
Tem o curso de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes – Universidade de Lisboa. Em 1999 fundou a empresa Planeta Tangerina, Design e Comunicação, Lda., onde trabalha na área da ilustração e do design gráfico. Ilustrou vários livros da colecção “As Histórias da Bruxa Cornélia”, da Editora Temas e Debates, da colecção “Fábulas” do Jornal Expresso, da colecção “Mundo de Histórias” da Editora Oficina do Livro, entre outros trabalhos.
Menções especiais no Prémio Nacional de Ilustração – 2006 e 2007, com as ilustrações das obras Uma Mesa É Uma Mesa. Será?, e Quando eu nasci, ambas editadas pelo Planeta Tangerina.
O livro O meu vizinho é um cão recebeu o Prémio Melhor Ilustração de Livro Infantil no Festival da Amadora 2008