segunda-feira, 13 de julho de 2009

Alice no País das Maravilhas por Tim Burton

As primeiras imagens de Alice no País das Maravilhas foram reveladas. O elenco é de luxo e integra, além da australiana Mia Wasikowska no papel de Alice, nomes como Johnny Depp interpretando o Chapeleiro Louco, Helena Bonham Carter como Rainha de Copas, Michael Sheen como Coelho Branco, Anne Hathaway como Rainha Branca, Alan Rickman a vestir a pele de Lagarta, Christopher Lee como Jabberwock e Stephen Fry como Gato de Cheshire. Os actores estão praticamente irreconhecíveis na pele das personagens criadas por Lewis Carroll e reinterpretadas pelo realizador Tim Burton. A estreia mundial do filme está prevista para Março de 2010. E promete.

O argumento é assinado por Linda Woolverton (de A Bela e o Monstro e O Rei Leão), que transforma Alice numa adolescente que regressa ao País das Maravilhas, com 17 anos. Na versão agora apresentada, Alice vai a uma festa na qual será pedida em casamento, em frente à alta sociedade vitoriana. Contudo, Alice foge, perseguindo um coelho branco, e ao entrar por uma toca vai parar ao País das Maravilhas, onde tinha estado 10 anos antes, embora não guarde memória deste acontecimento.

Charles Lutwidge Dodgson, escritor e matemático britânico conhecido como Lewis Carroll, nasceu em Inglaterra em 27 de Janeiro de 1832. Foi professor de matemáticas em Oxford e estudioso da lógica matemática. Escreveu diversos relatos, aparentemente de carácter infantil, cuja matéria narrativa se aproxima do absurdo. Foi enquanto professor em Oxford que conheceu Henry Liddell, pai de três meninas – Alice, Lorina e Edite –, a primeira das quais viria a ser a fonte de inspiração para o seu primeiro romance – As Aventuras de Alice no País das Maravilhas - publicado em meados do século XIX. Escreveu ainda outras obras do mesmo género, como Through the Looking-Glass and What Alice Found There, Sylvie and Bruno e The Hunting of the Snark. Lewis Carroll faleceu em Guildford, Surrey, no ano de 1898.

Obra-prima de fantasia da autoria de Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas é um livro de surpreendente originalidade. Alice encontra-se com um coelho branco que caminha pela floresta, sempre a resmungar. Segue-o até à sua toca e cai por um buraco profundíssimo. É então que descobre uma terra de sonho onde encontra inúmeras criaturas e personagens que a vão levar por esse mundo de fantasia – o doce Gato Cheshire, o extravagante Chapeleiro, o Major Lagarta ou as flores falantes.
Poções mágicas e cogumelos misteriosos permitem que Alice assuma diferentes formas até se encontrar no campo de croquet da Rainha de Copas, onde Sir Jack é acusado de roubar tartes. Alice é chamada a testemunhar num cómico julgamento. Mas, antes do fim, Alice desperta bruscamente e descobre que tudo havia sido um sonho. Lewis Carroll serve-se assim da capacidade infantil para observar a realidade com total ingenuidade, utilizando-a para evidenciar aspectos absurdos e incoerentes do comportamento adulto e para animar jogos encantadores baseados em regras da lógica.

Ana Tenente e Magda Costa ( Fonte: O Livro Infantil)

domingo, 12 de julho de 2009

A AVENTURA DOS DESCOBRIMENTOS À DISTÂNCIA DE UM CLIQUE


O Centro Virtual Camões disponibiliza uma nova colecção de livros em formato digital que se podem «folhear», ler e ouvir no ecrã de um computador. Um total de 12 volumes que abrangem as principais etapas dos descobrimentos porugueses, de Ceuta oa Japão, ilustrados por André Letria e com música de José Afonso.

Para tirar um livro da estante, basta clicar na imagem...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

LITERATURA E TELEMÓVEIS...

El móvil de Hansel y Gretel

Anoche le contaba a la Nina un cuento infantil muy famoso, el Hansel y Gretel de los hermanos Grimm. En el momento más tenebroso de la aventura los niños descubren que unos pájaros se han comido las estratégicas bolitas de pan, un sistema muy simple que los hermanitos habían ideado para regresar a casa. Hansel y Gretel se descubren solos en el bosque, perdidos, y comienza a anochecer. Mi hija me dice, justo en ese punto de clímax narrativo: “No importa. Que lo llamen al papá por el móvil”.

Yo entonces pensé, por primera vez, que mi hija no tiene una noción de la vida ajena a la telefonía inalámbrica. Y al mismo tiempo descubrí qué espantosa resultaría la literatura —toda ella, en general— si el teléfono móvil hubiera existido siempre, como cree mi hija de cuatro años. Cuántos clásicos habrían perdido su nudo dramático, cuántas tramas hubieran muerto antes de nacer, y sobre todo qué fácil se habrían solucionado los intríngulis más célebres de las grandes historias de ficción.

Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica, en cualquiera que se le ocurra. Desde la Odisea hasta Pinocho, pasando por El viejo y el mar, Macbeth, El hombre de la esquina rosada o La familia de Pascual Duarte. No importa si el argumento es elevado o popular, no importa la época ni la geografía.

Piense el lector, ahora mismo, en una historia clásica que conozca al dedillo, con introducción, con nudo y con desenlace.

¿Ya está?

Muy bien. Ahora ponga un teléfono móvil en el bolsillo del protagonista. No un viejo aparato negro empotrado en una pared, sino un teléfono como los que existen hoy: con cobertura, con conexión a correo electrónico y chat, con saldo para enviar mensajes de texto y con la posibilidad de realizar llamadas internacionales cuatribanda. (CONTINUAR A LER AQUI!)

domingo, 5 de julho de 2009

A CHARADA DA BICHARADA



Mais um vídeo livro "pescado" no Letra Pequena... Texto de Alice Vieira ilustrado por Madalena Matoso que, com ele, venceu o Prémio Nacional de Ilustração.

Esta publicação, um álbum poético, género escassamente editado em Portugal, evidencia-se pela articulação expressiva das componentes pictórica e verbal. A criatividade e a inovação das ilustrações materializam-se no recurso a uma paleta cromática forte, rica e livre, que sustenta uma arquitectura visual esquemática e segura. As imagens potenciam a proposta lúdica dos poemas, que funcionam como advinhas e/ou charadas. O discurso icónico, pautado pela subtileza e pelo enigma, convoca um olhar insistente, curioso e inquiridor.(Fonte: DGLB)

Madalena Matoso (Lisboa, 1974)

Tem o curso de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes – Universidade de Lisboa. Em 1999 fundou a empresa Planeta Tangerina, Design e Comunicação, Lda., onde trabalha na área da ilustração e do design gráfico. Ilustrou vários livros da colecção “As Histórias da Bruxa Cornélia”, da Editora Temas e Debates, da colecção “Fábulas” do Jornal Expresso, da colecção “Mundo de Histórias” da Editora Oficina do Livro, entre outros trabalhos.
Menções especiais no Prémio Nacional de Ilustração – 2006 e 2007, com as ilustrações das obras Uma Mesa É Uma Mesa. Será?, e Quando eu nasci, ambas editadas pelo Planeta Tangerina.
O livro O meu vizinho é um cão recebeu o Prémio Melhor Ilustração de Livro Infantil no Festival da Amadora 2008

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ainda o Fórum RBE - Depoimentos



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quarta-feira, 1 de julho de 2009

DIA DAS BIBLIOTECAS







"El único sitio del mundo donde, por muy solos que nos encontremos, jamás estaremos mejor acompañados..."


terça-feira, 30 de junho de 2009

AINDA OS 13 ANOS DE BIBLIOTECAS ESCOLARES

Nas palavras sempre sábias e fluentes da Coordenadora do Programa Rede de Bibliotecas Escolares, que nos têm iluminado caminhos... desta vez ilustrados por uma das Bibliotecas cujo percurso tenho o grato prazer de acompanhar de perto... A EB1 D Nuno Álvares Pereira, a minha escola A LeR +.




domingo, 28 de junho de 2009

UMA PERSPECTIVA SOCIOCULTURAL DA LEITURA

Fica o resumo da interessante comunicação do linguista Daniel Cassany, no Fórum RBE. que provoca inúmeras reflexões sobre a leitura, tal como a concebemos, e a nossa missão junto dos adolescentes e jovens na sua efectiva promoção...

Práticas lectoras de nativos digitales: descripción, reflexiones e sugerencias para bibliotecários

Los adolescentes y los jóvenes han encontrado en Internet y en los géneros electrónicos (chat, blog, foros, fanfic) un lugar fascinante para desarrollar formas alternativas de lectura y escritura, para desarrollar su creatividad, fortalecer sus relaciones con sus amigos y para construir su identidad personal. En esos espacios, leen y escriben porque quieren, sobre lo que les interesa y de la manera que les gusta, que suelen ser muy diferentes a lo que se enseña a leer y escribir en la escuela. La conferencia explorará esas prácticas letradas electrónicas, mostrará ejemplos y caracterizará algunas de sus características (multimodalidad, plurilingüismo, simplificación del código, intertextualidad, procesamiento en paralelo) y presentará algunos de los retos a los que se enfrenta la biblioteca hoy en día.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

FÓRUM RBE

Um dia de balanço, reflexão e festa! Senti orgulho e emoção por pertencer a esta rede de construção de saberes...

No Público
Cerca de um milhão de alunos tem acesso
Mais de duas mil bibliotecas escolares em 13 anos
26.06.2009 - 07h44 Bárbara Wong

Há 13 anos, eram poucas as escolas com biblioteca no país: havia apenas 164 bibliotecas na Rede de Bibliotecas Escolares. Em 2009, os 2.º e 3.º ciclos estão totalmente cobertos, o secundário está acima dos 90 por cento e só o 1.º ciclo continua com um défice de bibliotecas, com cerca de 40 por cento de cobertura. Actualmente, são 900 no 1.º ciclo e 1163 nos ciclos seguintes. Cerca de um milhão de alunos tem acesso a bibliotecas escolares.

O mérito, diz um novo estudo de António Firmino da Costa, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), deve-se muito à "coordenadora com elevada capacidade de liderança" e a "um corpo técnico relativamente reduzido, mas muito competente e motivado". A coordenadora é Maria Teresa Calçada, que está à frente do projecto desde o início.

Segundo o estudo, o objectivo nuclear do programa foi "largamente atingido", ou seja, dotar o país de uma rede de bibliotecas escolares. Este objectivo tem tido impactos "relevantes" na promoção da leitura e também na criação de bibliotecas modernas que, além dos livros, oferecem novos meios de literacia como os audiovisuais, informática e de informação.

Em 13 anos, foram investidos 40 milhões de euros na qualificação, remodelação e apetrechamento de bibliotecas escolares. Houve também investimento indirecto, "igualmente importante", por parte do Ministério da Educação e apoios de bibliotecas públicas e autarquias.

Os desafios que se propõe para o futuro são ampliar, diversificar e actualizar os fundos documentais e continuar a renovar instalações e equipamentos, sobretudo com novas tecnologias. O estudo propõe ainda o alargamento da formação de professores bibliotecários, bem como de outros profissionais das equipas das bibliotecas.

Ler mais "Correio do Minho"
Ler mais "Jornal de Notícias"

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O QUE É AQUILO?



Mais um vídeo, pleno de sensibilidade, trazido no bico do Blogue da Bruaá...