sexta-feira, 15 de maio de 2009

FINALMENTE O TÃO AGUARDADO...


O 4º livro da Bruaá será mesmo lançado amanhã na Feira do Livro de Lisboa.

Segundo nos informam, o livro estará à nossa disposição logo pela manhã.

Este não conheço... Apenas o autor Peter H. Reynolds já tinha sido aqui referenciado como ilustrador de "Um dia".


Depois de espreitar no sítio do autor, estou mesmo curiosa, pois tendo em conta os critérios da Bruaá para as suas publicações, deve ser mais um livro fabuloso... Espero conseguir lá ir amanhã!

terça-feira, 12 de maio de 2009

UMA BOA BIBLIOTECA


Uma boa biblioteca não tem de ser grande ou bonita. Não precisa de ter as melhores instalações ou os funcionários mais eficientes ou o maior número de utilizadores. Uma boa biblioteca é útil. Está de tal forma interligada com a vida de uma comunidade que se torna indispensável. Uma boa biblioteca é aquela em que ninguém repara, porque está sempre lá e tem sempre aquilo de que as pessoas precisam.

Retirado de "Dewey, o gato que comoveu o mundo". por Vicki Myron / Bret Witter. 2008 (Fonte: Livros&Leituras)

domingo, 10 de maio de 2009

DIREITOS DE AUTOR



Mais uma curiosidade partilhada através da lista RBE...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

SOLTA PALAVRA


Acabei de receber o último número duplo (13/14, relativo a 2008) de Solta Palavra, boletim do CRILIJ - Centro de Recursos e Investigação sobre Literatura para a Infância e Juventude - Uma associação que pretende “influenciar positivamente as políticas da leitura para a infância e a juventude no nosso país”*, e que "não visa asfixiar ou substituir instituições congéneres, de âmbito local ou nacional existentes no país mas, ao invés, apoiar-se nessas estruturas e favorecer o seu desenvolvimento".*

Desta vez, dedicado quase inteiramente ao grande Manuel António Pina e à sua obra para crianças, jovens e não só, apresenta também boas práticas relacionadas com Bibliotecas Escolas e boas recensões.

Pode subscrever-se através deste contacto:
CRILIJ - Dra. Maria da Graça Carvalho - Escola Secundária Garcia de Orta; R.Pinho Leal, 6; 4150-620 Porto / Tlm. (provisório): 936 578 786 - E-mail (provisório) gracacarvalho@netcabo.pt


UM VERDADEIRO DEVORADOR DE LIVROS...

Esperemos que se faça leitor...




Fonte: Estante de Livros

terça-feira, 5 de maio de 2009

MORREU VASCO GRANJA



Uma referência, sem dúvida, para a minha geração!

domingo, 3 de maio de 2009

A GUERRA NÃO É UM BRINQUEDO

Transmitir valores de respeito, pensar na solidariedade, construir uma escultura pela paz. Objectivos de "A guerra não é um brinquedo", uma iniciativa da Amnistia Internacional de Portugal.

A metodologia de trabalho está definida e pretende envolver a comunidade escolar do 1.º ciclo do Ensino Básico de todo o país. Reflectir sobre os diferentes rostos da violência. Escrever um parágrafo ou fazer um desenho sobre o que significa brincar. Explicar as palavras escritas ou as ilustrações feitas. Ler uma carta de sensibilização com os pais. Decidir se há ou não vontade de entregar um brinquedo bélico para a construção de uma escultura pela paz. "A guerra não é um brinquedo" é o nome de uma iniciativa da Amnistia Internacional de Portugal, no âmbito da campanha "Controlar as armas", que já anda no terreno.
(Fonte: Educare.pt)

Para inspirar o trabalho com os alunos, algumas sugestões:

Um barco no céu (Quentin Blake, editado pela Kalandraka)
Tematizando o humanismo e propondo o sonho de um mundo melhor, mais justo, mais livre e mais tolerante, Um barco no céu é um álbum que, de uma forma simples, reflecte sobre conceitos abstractos como a guerra, a injustiça, a opressão, a violência, a fome e dá conta do desejo das crianças de construírem um mundo melhor, alterando comportamentos e a relação entre os homens. Relatando uma viagem num extraordinário barco voador destinado a salvar aqueles que, pelo mundo fora, sofrem as consequências das acções terríveis do homem, o livro dá uma mensagem de esperança que resulta também do facto de, para a sua elaboração, o autor, um dos mais reconhecidos ilustradores e cartonistas britânicos, ter recebido a colaboração de muitas centenas de crianças cujo nome surge gravado nas guardas da publicação.


A Guerra (
Anaïs Vaugelade (ilustrador), Anaïs Vaugelade, editado pela Âmbar)
O álbum apresenta-se como uma narrativa de cariz antibelicista, tratando a temática da guerra de forma gen
érica. De forma metafórica, jogando com o simbolismo e a rivalidade entre as diferentes cores, reinos e indivíduos, o texto obriga a uma reflexão sobre a inutilidade da guerra e as suas consequências negativas na vida das pessoas. Papel decisivo na intriga é desempenhado por Fabiano, que, simultaneamente perseguido pelos Vermelhos (acusado da morte do seu príncipe Júlio) e expulso do Reino pelos azuis (acusado pelo pai de falta de vergonha), decide desafiar conjuntamente os dois exércitos inimigos em nome de um terceiro Rei (o dos amarelos). Os dois exércitos ameaçados decidem juntar forças e coligar-se, passando de inimigos a aliados, e aguardar Fabiano e as suas tropas, que nunca aparecem. Com o passar do tempo, os acampamentos dos soldados transformam-se numa única aldeia, simultaneamente azul e vermelha e as diferenças que os separavam, até do ponto de vista da cor, apagam-se progressivamente. Fabiano acaba por tornar-se rei dos amarelos e durante o seu reinado nunca houve qualquer guerra.

Ynari - A menina das cinco tranças (Ondjaki, Danuta Wojciechowska (ilustrador), editado pela Caminho)
Esta é uma história protagonizada por uma menina, como o título sugere, co-adjuvada por um homem pequenino que encontrou no capim alto, um amigo que transforma as armas em barro e que acaba por conduzir a heroína num percurso de descoberta do valor simultaneamente relativo e infinito das palavras. Propondo uma viagem até ao continente africano e um ingresso no seu espaço natural quente e colorido, pontuado de pequenas aldeias, de «peixes a saltar da água», de pássaros verdes e de palancas negras gigantes, Ynari, porque «cada um tem de descobrir a sua magia», percebe que é nas suas cinco tranças que se esconde a possibilidade de reordenar ou apaziguar pequenos mundos em conflito. Com as suas cinco tranças, Ynari visita cinco aldeias, aqui a representar simbolicamente os cinco continentes, oferece as suas cinco tranças e concretiza a palavra “permuta”, delidindo a violência (aí instalada pela ausência de ouvir, falar, ver, cheirar e sentir o sabor) e estabelecendo a paz. A trajectória maravilhosa de Ynari e do seu companheiro de pequena estatura perfaz, assim, um roteiro de ligação ao Outro e de participação na construção de um mundo melhor, linha ideotemática que sustenta toda a construção artística deste livro.
(Fonte: Casa da Leitura)

BIBLIOTECA INFANTIL ANDANTE

Martina Etcheverry e Juan Martín Mondini são dois jovens professores argentinos que iniciaram no passado dia 20 de Abril uma aventura cheia de significado pela América Latina. Nesta viagem pretendem redescobrir a cultura sul americana, visitando as suas vilas e aldeias, proporcionando ateliês de leitura nas escolas perdidas que forem encontrando. Uma viagem que, para eles, significa realizarem-se como pessoas, ao mesmo tempo que contribuem com algo mais... (Fonte: Revista Babar)


"El peor miedo es no tener sueños. Este es nuestro sueño, pero también de todos. Redescubrir América Latina y unir realidades a través de la literatura y la lectura"
Juan Martín.
Podemos acompanhar a sua viagem aqui!

sábado, 2 de maio de 2009

Kansas City Public Library, Missouri

Kansas City Public Library, Missouri

The Community Bookshelf is a striking feature of Kansas City's downtown. It runs along the south wall of the Central Library's parking garage on 10th Street between Wyandotte Street and Baltimore Avenue. The book spines, which measure approximately 25 feet by 9 feet, are made of signboard mylar. The shelf showcases 22 titles reflecting a wide variety of reading interests as suggested by Kansas City readers and then selected by The Kansas City Public Library Board of Trustees.
Ver aqui a lista de obras!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

?ANIMAÇÃO DA LEITURA?


"La animación a la lectura no es tarea fácil porque no es algo tangible que se pueda medir, no hay fórmulas matemáticas ni recetas mágicas que den un resultado exacto y seguro.
Conseguir la afición lectora es una tarea lenta, de día a día, porque la lectura es un sentimiento que se transmite como todos los sentimientos: poco a poco y por contagio."
Rocío Gil Álvarez


Ao longo da semana tive ocasião de reflectir e discutir com alguns colegas sobre animação da leitura, na sequência das actividades desenvolvidas na III Feira das Bibliotecas Escolares do Concelho de Setúbal...

Nem de propósito, surge mais uma óptima sugestão de leitura proposta pela Bruaá!

Máximas y mínimas sobre estimulación de la lectura

por Ricardo Mariño

1.Querido docente: si alguna vez al salir del cine alguien te detuvo en la vereda y te pidió que escribieras tres finales distintos para ese argumento, y esa experiencia te agradó y notaste que mejoró tu comprensión del filme, entonces está muy bien que continúes pidiéndoles a los alumnos que después de la lectura de un cuento señalen palabras esdrújulas, sensaciones olfativas o terminaciones en aba. Continuar a ler...




FOTO: "Aventura lunar", fotografía de Alfonso Infantes Delgado (Accésit del IV Certamen Fotográfico "El placer de leer", Biblioteca Pública Municipal, Ayuntamiento de Salamanca, España, 1997).