sexta-feira, 4 de julho de 2008

MERGULHAR NA LEITURA


Um desafio para este Verão!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

ABC3D



Fascinante!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

KAMASUTRA DA LEITURA


Ilustração de Seymour Chwast para o livro de Steven Heller Design Humor: The Art of Graphic Wit.
Obrigada ao Paulo I. sempre atento!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

EU ESPERO

Uma extraordinária metáfora da vida dada por um fio que corre, passando de página para página (desde a folha de rosto até à página final preenchida com o fio apanhado em meada), e que arrasta acontecimentos marcantes que constroem um ser na sua plena dimensão humana. Vida feita de alegrias e tristezas, mas com a espera sempre como elemento recorrente. O livro, e em particular a capa, tem o formato de um sobrescrito com janela, de onde sai a imagem de uma criança com olhar expectante; a partir daqui os vários momentos representados articulam-se de forma solidária e mostram ao leitor que há sempre um amanhã e que vale a pena acreditar no futuro. O modo sóbrio como se representam as personagens e a profundidade da expressão do traço do ilustrador, reforçados pela omnipresença do fio vermelho da vida, tornam este livro um objecto de arte de grandíssima qualidade.
Fonte: Casa da Leitura

Há quanto tempo eu esperava este livro em português... Parabéns à Bruaá pela escolha e pela tradução!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

O BARQUINHO QUE CRESCEU

Este é um texto profundamente marcado pelo sonho e pelo desejo de liberdade feito de uma prosa muito metafórica, por vezes sinestésica e visivelmente simbólica, uma prosa da qual sobressaem, por exemplo, alguns jogos sonoros muito expressivos. Conta-se a história de um barco de papel que navega, feliz, desde o parapeito de uma janela até à imensidão do mar e tem como tripulantes «botões de camisa, uma mola da roupa, seis caroços de azeitona e um grão de bico». Do ponto de vista metafórico e/ou simbólico, o percurso encetado por este barquinho de papel que, «de repente, como quem esfrega os olhos para reabrir de seguida vendo um desejo aparecer» se transforma num barco autêntico representar o sonho individual e o sonho colectivo. Se a mão que levava o barquinho de papel «no doce saltar das ondas inventadas no parapeito da janela» testemunha o desejo pessoal de evasão onírica ou de concretização de um desejo, o momento em que o elemento central desta narrativa atinge o espaço marítimo poderá ser lido como a expressão de um traço histórico do povo português, mais concretamente da sua realização colectiva, através da aventura marítima empreendida na época das Descobertas.

Lindo, lindo mais uma vez o Alexandre Honrado! No entanto, para mim, a leitura da metáfora foi mesmo outra.
Hoje, foi a minha derradeira leitura na turma 4ºA, que comigo navegaram nos livros desde o 1º ano. Cada um deles é um barquinho de papel...Eu e a professora fomos a mão que o levou no doce saltar das ondas inventadas. A tripulação não foram os botões de camisa, os caroços de azeitona, ou o grão de bico, mas os livros que juntos lemos, os textos que todos construímos... Agora, agarrado com força, "não que ele fugisse, mas para que não caísse e dele se perdessem os passageiros", é o momento de o deixar ir, ribeiro abaixo...
Cada barquinho, "tonto e solto", "merecedor de água e de tanta beleza", navegará pelos seus próprios meios no mar verdadeiro.

Felicidades para a nova viagem, meus queridos!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

SE ELE NÃO LESSE, ESCREVERIA ASSIM?

Hoje, numa escola, debatíamos o papel da disciplina de Língua Portuguesa e das eternas fichas de leitura na efectiva Promoção da Leitura...

Lembrei-me deste vídeo... Ilustra muito do que conversámos...






Para a Teresa e a Isabel reflectirem com os seus departamentos...

quinta-feira, 12 de junho de 2008

A CARÍCIA DA BORBOLETA



Christian Voltz é autor e ilustrador de alguns álbuns narrativos particularmente bem conseguidos. Nesta nova edição da Kalandraka não desilude os seus leitores fiéis. Combinando humor e sensibilidade, cria um álbum muito original que tematiza a questão da morte dos entes queridos, em particular a avó, sugerindo a ideia de que aqueles que morrem e nos são próximos permanecem sempre junto de nós. A forma expressiva como alia texto e imagem, elementos visíveis e outros invisíveis, apela a uma leitura e uma observação atentas de todas as páginas do livro. Além disso, a repetição, com ligeiras variações, de imagens, convoca o leitor a recuar na leitura feita, a observar com mais atenção e a ver para além das aparências. Destaque-se ainda a composição das imagens e a expressividade do título, cujo sentido só pode ser compreendido no final da leitura.
Fonte: A CASA DA LEITURA

sexta-feira, 6 de junho de 2008

LETRA PEQUENA

Chama-se "Letra Pequena" a secção do Público onde habitualmente a Rita Pimenta escreve sobre livros para os mais novos. Há pouco tempo, a Letra Pequena saltou também para a Internet, sugerindo aos leitores que oiçam alguns dos livros seleccionados, pela voz de quem os escreve e ilustra proporcionando, especialmente aos pré-leitores, uma experiência diferente .

São sempre excelentes escolhas:



O primeiro a merecer um destaque foi o muito divertido "Não quero usar óculos", de Carla Maia de Almeida e André Letria que ainda pode ser ouvido aqui .



Este mês, o protagonismo é dado a mais um dos maravilhosos livros do
Planeta Tangerina."O Mundo num Segundo" pode ser visto e ouvido aqui.
Que óptima ideia, Rita!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

DIREITOS HUMANOS

"Thou shalt not be a victim. Thou shalt not be a perpetrator. Above all, thout shalt not be a bystander"


Holocaust Museum, Washington, D. C.




Poderoso!...

Obrigada Ana C.

domingo, 1 de junho de 2008

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

Para pensar... neste dia!