A ideia é fabulosa! Um livro de recortes em que cada palavra origina outra palavra noutro contexto. Para aumentar o vocabulário nas aulas de Inglês do 1º Ciclo, para tentar um resultado semelhante numa oficina de escrita criativa, ou simplesmente para nos deleitarmos com uma ilustração tão simples quanto imaginativa.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
CASAMENTO ENTRE HOMOSSEXUAIS - EM ALTURA DE GRANDES DEBATES...

Porque são assuntos incontornáveis, deixo duas sugestões que abordam (bem, na minha opinião) a questão da homossexualidade...
Titiritesa vive no reino de Anteontem. A sua mãe, a rainha Mandolina, sonha ver a filha bem casada e tenta educá-la como uma cortesã refinada; mas a filha rejeita a vida convencional que lhe foi imposta e não corresponde às aspirações da mãe. Face à iminente chegada de uma preceptora, Titiritesa decide fugir do palácio para viver fantásticas e divertidas aventuras: visitar um inventor de palavras, confrontar-se com um monstro terrível, conhecer outra princesa de lábios doces... Uma história atrevida, que aborda a homossexualidade feminina com humor, naturalidade e frescura, e que celebra o amor sem preconceitos mas com a sensibilidade necessária para um leitor infantil no contexto da educação afectiva. Com o seu estilo tão pessoal enquanto ilustrador, Quarello faz emergir a personalidade dos personagens de uma forma absolutamente sintonizada com o texto. Transmite eficazmente uma mensagem de normalidade e verosimilitude, enquanto evoca com mestria os sentimentos que invadem alguém quando cresce e vive o seu primeiro amor.

O livro, escrito e ilustrado por Manuela Bacelar, conta uma história dentro de outra história. Uma mãe, Maria, que mostra à filha o álbum da sua infância, tão comum a tantas outras, com piqueniques no parque, histórias ao deitar, avós que vivem no campo e cozinhados em família. A única diferença é que Maria, em vez de um pai e de uma mãe, tinha dois pais: Pedro e Paulo. E foi Pedro quem criou o álbum, quando esteve um ano desempregado.
sábado, 4 de outubro de 2008
EU ESPERO... DE NOVO!
domingo, 28 de setembro de 2008
O MENINO MALUQUINHO

Um fabuloso livro de Ziraldo, num filme que não chegou até nós é o pretexto para dar os parabéns ao sobrinho, sem dúvida, mais maluquinho de todos.
Que também sejas feliz...
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
CONTAR...
Há tanto tempo (No bico da andorinha já tem um ano e eu nem dei por isso...) que andava a pensar em pôr um contador para saber (curiosidade puramente narcisista...) quantos pousavam por aqui.
Agora vou sabendo que muita gente me visita aqui e isso é bom, sem dúvida. Não posso deixar de associar a este momento mais um livro (mais um Lookybook), um livro de contar.
Agora vou sabendo que muita gente me visita aqui e isso é bom, sem dúvida. Não posso deixar de associar a este momento mais um livro (mais um Lookybook), um livro de contar.
O RAPAZ DO PIJAMA ÀS RISCAS

UM VERDADEIRO SOCO NO ESTÔMAGO! Esta foi, de facto, a sensação que este livro brilhante me provocou. Divulguei-o tanto, a tanta gente, não só pela magnificência da narrativa em si, mas também como um exemplo para trabalhar inferências ao nível da competência leitora, que acabei por me esquecer de o publicar aqui, no meu diário, pouco diário... (é a vida!)
Agora tropecei na notícia da sua adaptação ao cinema e em algo que já tinha visto para alguns fimes Disney: Um guião de exploração do filme (em inglês, claro), mas que nos ajuda e dá sugestões de actividades a realizar com os alunos a partir deste, ou outros no futuro, assim como a partir do próprio livro.
Aqui!
sábado, 13 de setembro de 2008
A SÉTIMA PORTA OU NOBODY'S PERFECT
Partilho uma das mais significativas leituras destas férias:A SÉTIMA PORTA de Richard Zimler editado pelas Edições Asa
"Passado durante a subida ao poder de Hitler e a guerra que os nazis moveram contra os deficientes, A Sétima Porta junta Sophie Riedesel - uma jovem espirituosa, artística e sexualmente ousada – com um grupo clandestino de activistas judeus e antigos fenómenos de circo liderados por Isaac Zarco. Quando uma série de esterilizações forçadas, estranhos crimes e deportações para campos de concentração dizimam o grupo, Sophie, agora já adulta, tem de lutar com todo o seu engenho para salvar tudo o que ama na Alemanha – a qualquer preço."
www.portaldaliteratura.com
E como combina bem com este vídeo, em final de Paralímpicos...
terça-feira, 5 de agosto de 2008
FINALMENTE DE FÉRIAS, ENTRE BORBOLETAS...

LagarTAGIS é a primeira estufa de Borboletas Vivas, na Europa, constituída por espécies comuns da fauna ibérica. Lisboa tem assim um novo espaço público de educação ambiental no Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, que vale a pena visitar. 

Que manhã tão bem passada... Apetece ficar mais um bocadinho, só mais um... pode ser que alguma nos pouse na mão ou na ponta do nariz... A Alice bem tentou!!
Obrigada aos avós pelo convite!

BOAS LEITURAS, SEMPRE COM BORBOLETAS...
A VIAGEM DAS BORBOLETAS
Álbum narrativo de estrutura paralelística e de tipo acumulativo, A viagem das borboletas tematiza, através de um texto de influência fabulística, a importância da solidariedade e da amizade na construção de sociedades mais justas. As ilustrações de Chené, através do recurso à técnica do recorte e colagem de papéis de diferentes cores e formas, recriam o percurso realizado pelas personagens, sugerindo movimento e dinamismo, assim como a criação de laços afectivos entre elas. Além disso, a representação das personagens animais, todas de pequenas dimensões e de anatomia perfeitamente diferenciada, resulta de um plano de pormenor, capaz de permitir a observação minuciosa e cuidada de cada uma das espécies.
UM MILHÃO DE BORBOLETASBelíssimo álbum narrativo com ilustrações de Carll Cneut, Um milhão de borboletas cruza, com particular sensibilidade e subtileza, temas como o nascimento do amor, o crescimento e a autonomia. Narrando uma viagem iniciática da personagem masculina em busca do sentido das borboletas que o acompanham, assistimos ao abandono progressivo da infância e das actividades a ela associadas, ao mesmo tempo que assistimos ao seu deslumbramento perante a descoberta do outro e das emoções que ele provoca. Claramente cúmplices do texto, as ilustrações acrescentam-lhe sentidos e redimensionam a sua componente poética e metafórica. As ilustrações de Cneut merecem, por si só, a leitura do livro, ainda que o texto seja também de elevada qualidade narrativa e estética.
Fonte: Casa da Leitura
A LÍNGUA DAS BORBOLETAS
Cronologicamente situada nos alvores da Guerra Civil de Espanha e fazendo eco das consequências trágicas e individuais daquele conflito militar, ideológico e político num determinado contexto, a narrativa de Manuel Rivas é, simultaneamente, o apelo à tolerância e à memória e um tributo à figura do professor como elemento determinantes da formação criança, da sua mentalidade e dos seus afectos. Cheio de sugestões e de implícitos, o texto, próximo da prosa poética, apresenta um registo memorialista que, pela forma como revisita o passado e as injustiças aí cometidas, parece também funcionar como lamento pessoal e pedido de perdão do narrador. Cruzando a grande história com as pequenas estórias individuais, o texto dá conta das consequências da guerra e dos conflitos, apelando, de forma implícita, a sua sociedade mais justa e mais tolerante. As ilustrações, alternando entre o recurso à cor e o preto e branco, cristalizam os momentos centrais da narrativa, recriando, com expressividade, as personagens e os seus sentimentos.
Fonte: Casa da Leitura
terça-feira, 29 de julho de 2008
A HISTÓRIA INTERMINÁVEL

A História Interminável é uma singular fantasia épica com todos os requisitos do género: criaturas fantásticas, paisagens exóticas, florestas sombrias, encantamentos, rituais de cavalaria, espadas e amuletos, uma imperatriz Criança e tudo aquilo que possamos imaginar, visto que Fantasia é o próprio mundo da Imaginação. Tudo começa quando Bastian descobre um estranho livro numa não menos estranha livraria e se sente subitamente compelido a roubá-lo como se algo de mágico o estivesse a arrastar para uma perigosa aventura.
Solitário e tímido, Bastian entrega-se à leitura, descobrindo 'A História Interminável'. À medida que o vai lendo, descobre-se a ele próprio na terra da Fantasia, que está aos poucos a ser destruída pelo Nada. A Imperatriz de Fantasia, que está gravemente doente, manda um jovem guerreiro, Atreyu, com a missão de salvar Fantasia. À medida que Bastian lê as aventuras de Atreyu, torna-se também parte da história, descobrindo que só ele afinal tem o poder para salvar Fantasia da destruição.
Um clássico absoluto para quem gosta de literatura fantástica e de uma grande aventura.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
PRINCESAS: ESQUECIDAS OU DESCONHECIDAS...
Em Princesas, encontram-se Cinderela e algumas celebridades, mas principalmente princesas esquecidas, princesas injustamente ignoradas. Mas não é só. Há histórias, anedotas, segredos e retratos. Há coisas que fazem rir, que dão medo, e outras ainda que fazem sonhar. Mas não é só. Não há só princesas. Há também pedrinhas, sombrinhas e beijos. Jardins, um príncipe, borboletas negras. Um planisfério, mistérios. E amor. Como sempre. Mas não é só. Princesas fala de princesas como nunca antes se falou, mostra-as de uma forma como se nunca viu. Mas não é só...
Este livro extraordinário não seria o mesmo sem as ilustrações de Rebecca Dautremer.
Outros livros editados em Portugal e ilustrados por Dautremer:

Fonte: Editora Educação Nacional
Este livro extraordinário não seria o mesmo sem as ilustrações de Rebecca Dautremer.
Outros livros editados em Portugal e ilustrados por Dautremer:

domingo, 27 de julho de 2008
BARALHANDO HISTÓRIAS
Porque a história do "Capuchinho Vermelho" e suas variações me fascina sempre... Porque Gianni Rodari é incontornável... Porque Alessandro Sanna faz um jogo de formas gráficas, com recortes de papéis pintados, sobreposições, pinceladas cheias de cor, traços simples e extremamente expressivos, num movimento plástico no branco das páginas duplas. Vale imenso a pena visitar a página de Alessandro Sanna...Partindo de um clássico da literatura para a infância – a história do Capuchinho Vermelho – Rodari propõe, numa narrativa onde o contador de histórias e o ouvinte dialogam e cruzam opiniões, uma original recriação daquela história, cheia de erros e de imprecisões, motivadas pela falta de paciência do avô para contar histórias. De algum modo, ressalta desta publicação, para além do humor que resulta dos erros e das sucessivas correcções, a ideia de que, para o pequeno ouvinte, mais importante do que o conteúdo da história ou da forma de contar, é a relação existente com o avô, o afecto e a proximidade que partilham. As ilustrações acompanham o texto, dando conta das diferentes versões que vão sendo narradas, incluindo tanto os erros do avô com as correcções da criança.
Fonte: Casa da Leitura
sábado, 26 de julho de 2008
EM NOME DO AMOR

A necessidade de ler sempre (o que me apetece, nem sempre aquilo que me obrigam...) e a emergência de alargar os horizontes em relação a um público mais crescido que "os meus meninos de sempre" fez-me ir tropeçando numa série de "romances juvenis" espectaculares. Partilho mais este...
O romance Em Nome do Amor tomou de assalto o universo literário e enriqueceu-o de uma forma súbita, avassaladora e irreversível.
A ilustrá-lo, os prémios que recebeu — o Guardian Children's Fiction Prize de 2004 e o Branford Boase Award de 2005 —, e a sua publicação em diversos países europeus.
Fascinante, intemporal e luminoso, este livro imerge-nos num mundo de sonho, beleza e magia, um mundo que vamos conhecendo pelos olhos da protagonista, Daisy, uma jovem de quinze anos, de Nova Iorque, que vai passar o Verão a casa da tia e dos primos, numa quinta do interior de Inglaterra. E é na idílica atmosfera rural inglesa, que Daisy descobre a dor e a alegria dos afectos mais profundos e do primeiro amor.
Uma obra maravilhosa, de grande sensibilidade literária e emocional.
Fonte: Editorial Presença
sexta-feira, 25 de julho de 2008
O POLEGAR DE DEUS

A família Yelnats tem uma longa tradição de... azar, por isso, não é assim tão surpreendente que Stanley, devido a um desafortunado erro judicial, acabe por ir passar uma "temporada" a um campo de correcção para menores, chamado Camp Green Lake.
Não havia lago - estava seco há mais de cem anos - e as instalações tinham pouco de campo verdejante. Todos os dias, sem excepção, os rapazes tinham que cavar um enorme buraco por dia na dura e ressequida terra junto ao leito do inexistente lago. O guarda do campo defendia que aquele inútil trabalho ajudava a construir o carácter dos rapazes durante a "estadia" em Camp Green Lake, mas cedo Stanley desconfiou de algo mais…E o seu contrato com Zero "- Eu ensino-te a ler se quiseres - disse Stanley. " muda tudo...
Esta enigmática narrativa, onde podemos encontrar momentos de grande diversão e profunda seriedade, e que tão depressa se torna sombria como reluzente, revela claramente que a mão do destino esteve em intenso trabalho no desenrolar da vida dos seus personagens desde há várias gerações.
Um conto sublime sobre crime, castigo e redenção,onde o desenvolvimento de temáticas tão adultas é brilhantemente transportado para um público mais jovem.
Magnífico o americano Louis Sachar!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
X PALAVRAS ANDARILHAS
CONFERÊNCIA DE ABERTURA COM Michèle Petit, antrópologa e autora de Éloge de la lecture: la construction de soi (2002) e Une enfance au pays des livres (2007), entre outros.
"Recordo frequentemente que as bibliotecas não são apenas templos da informação, mas também os conservatórios de sentidos. Qualquer ser humano tem, de maneira vital, necessidade de ter à sua disposição espaços onde possam encontrar mediações imaginárias e simbólicas para pensar a sua vida, dar forma simbolizada às suas emoções, às suas esperanças, às suas revoltas, aos seus temores; para fazer um relato da sua própria história, uma história sempre recomposta, sempre retomada. Somos seres de relatos, das histórias, da narração, não esqueçamos disto. E os jovens que ouvi me fizeram compreender que é muito mais fácil pensar a sua própria história num conjunto se for “povoando-se” de numerosas pequenas histórias das quais se apropriam."
TODAS AS INFORMAÇÕES aqui!
INSCRIÇÃO ATÉ 12 DE SETEMBRO
quarta-feira, 2 de julho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
EU ESPERO
Uma extraordinária metáfora da vida dada por um fio que corre, passando de página para página (desde a folha de rosto até à página final preenchida com o fio apanhado em meada), e que arrasta acontecimentos marcantes que constroem um ser na sua plena dimensão humana. Vida feita de alegrias e tristezas, mas com a espera sempre como elemento recorrente. O livro, e em particular a capa, tem o formato de um sobrescrito com janela, de onde sai a imagem de uma criança com olhar expectante; a partir daqui os vários momentos representados articulam-se de forma solidária e mostram ao leitor que há sempre um amanhã e que vale a pena acreditar no futuro. O modo sóbrio como se representam as personagens e a profundidade da expressão do traço do ilustrador, reforçados pela omnipresença do fio vermelho da vida, tornam este livro um objecto de arte de grandíssima qualidade. Fonte: Casa da Leitura
Há quanto tempo eu esperava este livro em português... Parabéns à Bruaá pela escolha e pela tradução!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
A CARÍCIA DA BORBOLETA

Christian Voltz é autor e ilustrador de alguns álbuns narrativos particularmente bem conseguidos. Nesta nova edição da Kalandraka não desilude os seus leitores fiéis. Combinando humor e sensibilidade, cria um álbum muito original que tematiza a questão da morte dos entes queridos, em particular a avó, sugerindo a ideia de que aqueles que morrem e nos são próximos permanecem sempre junto de nós. A forma expressiva como alia texto e imagem, elementos visíveis e outros invisíveis, apela a uma leitura e uma observação atentas de todas as páginas do livro. Além disso, a repetição, com ligeiras variações, de imagens, convoca o leitor a recuar na leitura feita, a observar com mais atenção e a ver para além das aparências. Destaque-se ainda a composição das imagens e a expressividade do título, cujo sentido só pode ser compreendido no final da leitura.
Fonte: A CASA DA LEITURA
sexta-feira, 6 de junho de 2008
LETRA PEQUENA
Chama-se "Letra Pequena" a secção do Público onde habitualmente a Rita Pimenta escreve sobre livros para os mais novos. Há pouco tempo, a Letra Pequena saltou também para a Internet, sugerindo aos leitores que oiçam alguns dos livros seleccionados, pela voz de quem os escreve e ilustra proporcionando, especialmente aos pré-leitores, uma experiência diferente .


São sempre excelentes escolhas:

O primeiro a merecer um destaque foi o muito divertido "Não quero usar óculos", de Carla Maia de Almeida e André Letria que ainda pode ser ouvido aqui .

Este mês, o protagonismo é dado a mais um dos maravilhosos livros do
Que óptima ideia, Rita!
sábado, 31 de maio de 2008
BOCA DE LOBO

Uma revolucionária reinterpretação do clássico "Capuchinho Vermelho", este livro faz do lobo, refinado e sofisticado, a vítima de toda a narrativa.
É importante conhecermos outros pontos de vista e este conto, MAGNIFICAMENTE ilustrado (e narrado) por Fabian Negrin, ilustrador argentino que reside actualmente em Itália, faz-nos pensar que nunca há uma só verdade por detrás de uma história maravilhosa.
Obrigada Júlia...mais uma vez!
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